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Modelo de convite digital: sete blocos que levam ao sim
Da capa ao RSVP: sete blocos que fazem um modelo de convite digital funcionar. O que escrever em cada campo e como confirmar sem perseguir ninguém.
Send The Joy · 8 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam duas semanas para o casamento. O convite foi enviado para o grupo da família e, à noite, chegam três mensagens seguidas: que dia é, a que horas, onde é. A informação estava toda lá. Um modelo de convite digital raramente falha por falta de texto; falha por falta de ordem.
Fazer um convite digital não é pôr texto sobre uma imagem bonita. É organizar uma página por blocos, em que cada bloco responde a uma pergunta antes que ela chegue. São sete, e a ordem importa: quem abre o convite lê de cima para baixo, mesmo sem saber. Quando um bloco falha, as mensagens não param.
Um modelo de convite digital começa na capa
A capa é o bloco que todos veem, até quem só abre o link por curiosidade. Tem de responder a três coisas sem que ninguém tenha de descer a página: que evento é, quem o celebra e quando acontece. Se o rótulo estiver vago ou faltar a hora, o convidado pergunta. O resto — história, fotos, confirmação — vem depois, mas só chega a ser lido se a capa cumprir a sua parte.
- Rótulo antes dos nomes: «Casamento da Ana e do Luís» no campo de rótulo, num convite digital para casamento, para ninguém ter de adivinhar que evento é aquele.
- Data, hora e lugar em campos próprios: «Sábado, 14 de junho, 19h00, Quinta do Olivar». Sem a hora, chegam mensagens.
- Código de vestimenta numa linha: «Formal, tons claros» diz o essencial e muda-se mais tarde sem tocar no resto.
- Foto de capa com enquadramento automático: basta indicar a imagem e qual é a de capa; a moldura ajusta-a sozinha.
História, fotos e música: o meio do convite
Entre a capa e a confirmação há um bloco que quase ninguém planeia e todos leem: a história. O convite avança por cenas encadeadas — «Limiar de cal», «Memória do pátio», «Arco de promessas» — e cada cena aceita um texto curto e uma foto própria. Não é um álbum de recordações nem um texto corrido. É a parte em que o convidado percebe onde está a entrar.
As fotos seguem a mesma lógica: até 6 imagens próprias, entre a de capa e as decorativas. Dá para substituir uma mais tarde sem mexer nas outras. E há música: escolhe-se uma canção para o convite e, se não encaixar, muda-se antes de publicar. O editor traz ainda um contador de caracteres: se o nome do lugar for comprido, como «Finca La Esperanza, Caminho do Rio», ajusta-se até caber sem cortar a frase a meio.

Um convite digital não serve para decorar. Serve para levar o convidado da capa ao sim, sem uma pergunta pelo caminho.
O RSVP de um convite digital pede-se dentro, não por fora
Falta o bloco que transforma uma página bonita num convite a sério: a confirmação. O formulário configura-se com as perguntas que fazem falta — se vem, com quem vem — e as respostas aparecem dentro do próprio convite, numa lista ordenada. Não há caça às respostas por WhatsApp. Quando os sete blocos estiverem no lugar, é publicar com um botão: o link fica ativo, partilha-se por mensagem, por QR ou por link direto, e abre no telemóvel, no tablet ou no computador, sem instalar nada. E se mudar a hora ou o lugar, edita-se a cena e os convidados veem logo a versão nova, no mesmo link. Resta escolher um design da coleção, provar a capa de graça e publicar quando tudo estiver como deve ser.



