Eventos corporativos
Convite digital: pagamento de presentes no evento corporativo
O pagamento de presentes num convite digital de evento corporativo não tem de virar caça ao convidado: link na mensagem, RSVP no formulário e texto editável depois
Send The Joy · 24 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três dias para o jantar da empresa e a mesma pergunta aparece em quatro conversas: «onde é que eu ponho o dinheiro do presente?» Uma pessoa manda um número de conta, outra responde com uma imagem antiga, e quem organiza passa a tarde a copiar e colar a mesma resposta. O pagamento de presentes num convite digital de evento corporativo resolve isto no mesmo sítio onde os convidados confirmam a presença — e dá para criar e enviar hoje, a partir do catálogo.
Não é preciso uma ferramenta nova nem uma aplicação para os convidados: o pagamento acontece fora, num link ou numa transferência, e o convite trata do resto. Explicar o valor, recolher as confirmações e ficar atualizado quando alguma coisa muda — tudo num link que se abre no navegador.
Definir o valor e o destino dos presentes antes do design
Antes de abrir o editor, decide duas coisas: se o presente é uma contribuição livre ou um valor fechado, e para onde vai o dinheiro. «25 € por pessoa para a ceia solidária» explica-se numa linha. «Dá o que quiseres» precisa de uma referência — o custo do prato, por exemplo — senão cada convidado inventa uma escala e há quem fique sem saber o que fazer.
- Valor fechado ou livre, escrito numa frase, com o destino do dinheiro à vista.
- Se a contribuição dá acesso ao jantar, diz isso com todas as letras; se é voluntária, o texto não pode parecer uma portagem à porta.
- Uma frase curta sobre o destino — «todo o valor vai para a associação» — evita vinte mensagens iguais.
- O link de pagamento e o QR com esse link fazem parte do mesmo envio: ninguém tem de pedir o número de conta.
Onde se cobra e onde se explica: o papel do convite digital
A cobrança fica fora: um link de pagamento (Stripe, PayPal) ou um número de conta para transferência. A explicação fica dentro. Quem decide no telefone paga no telefone — não tem de pedir o IBAN por mensagem nem escrever para o departamento financeiro. O link de pagamento segue na mesma mensagem em que envias o convite, e o QR com esse link aparece na projeção da sala.
Escreve também o que acontece depois do pagamento — «recebes a confirmação em 24 horas», por exemplo — porque o silêncio é o que gera a mensagem incómoda de «já receberam?». E se o valor sugerido mudar depois do envio, não há segundo envio: editas o texto e os convidados abrem a versão nova no mesmo link.

O convite digital não cobra por ti: diz o valor, guarda as confirmações e deixa o pagamento a um clique.
O RSVP pergunta presença; o pagamento não
As perguntas do formulário de confirmação são configuráveis e as respostas chegam em lista ordenada, dentro do próprio convite. Usa-as para o que interessa à sala: nome, se vem e com quantas pessoas. Se meteres o valor no mesmo formulário, a lista deixa de servir para contar cabeças. Um exemplo que funciona: «vais?» e «nome para o cartão» no RSVP, e o link de pagamento à parte, na mesma mensagem.
Porque é que os convites digitais funcionam quando há presentes a cobrar
O convidado não instala nada: abre o link, lê o valor, paga no sítio de sempre e confirma na mesma página. As confirmações ficam na lista do convite, por isso sabes a quem pedir o comprovativo sem andar atrás das respostas. Publica hoje, manda um link e deixa o resto acontecer no telefone de cada um. Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 €, paga-se uma vez, sem subscrição, e edita-se sempre que for preciso. Se a equipa estiver em dois países, o conteúdo pode ser configurado por idioma — cada convidado lê o seu.
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