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Convite digital: como escrever os nomes dos convidados
Há sempre um nome que sai errado no convite digital: o Zé que ficou José, o apelido que ninguém usa. Veja, campo por campo, como escrever nomes que o convidado reconhece como seus
Send The Joy · 15 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Imaginem o convite digital já pronto: fotos escolhidas, mapa a funcionar, data confirmada. Abrem o link para ver como ficou e leem «José». Só que naquela casa ninguém diz José — dizem Zé. E o Zé abre o convite, lê o nome dele e não se reconhece ali. Escrever os nomes parece a parte mais simples do processo, e é onde se perdem mais convidados. No catálogo da Send The Joy escolhem um design, escrevem os nomes campo por campo e enviam o link hoje mesmo.
O nome é a primeira coisa que alguém procura na página, antes da data e antes do lugar. Se o encontra e soa a lista oficial, a dúvida instala-se logo na primeira linha: será que é para mim? Estas quatro decisões resolvem quase tudo — como tratar quem assina, que nome usar, quando entram os apelidos e onde ficam os nomes de quem confirma.
O campo dos nomes num convite digital: duas pessoas, um só tratamento
O editor tem um campo para o rótulo e outro para os nomes. O rótulo é do evento — «Vamos casar», «Os nossos 25 anos» —, não das pessoas. O campo dos nomes é só para quem assina o convite. Se ali escrevem «Ana e Luís», os dois aparecem iguais; se escrevem «Ana Silva e Luís», um fica com apelido e o outro não, e essa diferença vê-se em cada abertura da página.
- O mesmo formato para os dois: «Ana e Luís», não «Ana Silva e Luís».
- O rótulo é do evento; o campo dos nomes é das pessoas.
- Contador de caracteres em cada campo: se o nome não cabe no design, veem na pré-visualização, não o convidado no telemóvel.
- Para nomes de comprimentos muito diferentes (Ana / Maria do Carmo), decidam uma regra — só o primeiro nome — e apliquem-na aos dois.
João não é João Pedro: como escrever os nomes que cada pessoa reconhece
Usem o nome com que essa pessoa assina uma mensagem. Há quem tenha um nome no documento e outro na vida, e o convite tem de usar o da vida. Se toda a gente lhe chama João, escrever «João Pedro» faz o convidado pensar que o convite é para outra pessoa.
Acentos e cedilha não são decoração: Conceição não é Conceicao, Inês não é Ines, e Müller não perde o trema. Numa página web tudo isto lê-se bem no ecrã do telemóvel, por isso não há motivo para cortar letras.

Um nome bem escrito é a primeira prova de que o convite é mesmo para aquela pessoa.
Apelidos: quando somam e quando atrapalham
Na capa, nome próprio. Os apelidos ficam bem no pé da página ou na frase de fecho, onde não competem com o design. E só valem a pena quando distinguem mesmo: pai e filho com o mesmo nome, ou dois primos que se chamam igual. «E família» não nomeia ninguém — se são três filhos, são três nomes, mesmo que numa linha mais pequena por baixo.
Do nome à confirmação: como criar convites digitais de casamento
Cada convidado abre o link, escreve o nome e confirma do telemóvel, sem instalar nada. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e não espalhadas por quarenta conversas. As perguntas do formulário são configuráveis: o nome chega ao lado daquilo que vocês decidiram perguntar.
Antes de publicar, leiam os nomes em voz alta. Se soarem a lista oficial e não à pessoa, mudem. Com um convite digital da Send The Joy podem experimentar o design de graça, editar os nomes no navegador e publicar quando estiverem certos — 29,99 EUR, um pagamento único, sem subscrição. Escolham o design, escrevam cada nome uma vez e enviem o link.



