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Convite digital: modelos grátis ou premium, qual escolher
Convite digital: comparamos modelos grátis e premium para saberes o que perdes em cada caminho — e como publicar o teu convite hoje, com respostas dentro do próprio link
Send The Joy · 11 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

O restaurante liga a dizer que o jantar passou das 21h00 para as 20h30. O convite já seguiu para 80 pessoas e começa a parte chata: reenviar, explicar outra vez, confirmar que todos abriram a mensagem certa. É aqui que se vê a diferença entre modelos grátis, modelos premium e um convite digital a sério. E há uma boa notícia: podes criar e enviar o teu hoje mesmo, a partir do catálogo, sem sair do browser.
Este artigo não serve para te vender nada. Serve para veres com clareza o que levantas num caminho e o que perdes no outro, antes de gastares tempo ou dinheiro.
Modelos grátis: o que levantas de verdade
Um modelo grátis é, quase sempre, um ficheiro bonito e mais nada. O design existe, mas ninguém confirma presenças. Se queres saber quem vem ao jantar longo, acabas a mandar mensagens uma a uma e a escrever nomes numa nota do telemóvel. Esse ficheiro não sabe nada do evento, e não vai aprender depois.
- Ficas com uma imagem parada: bonita no ecrã, mas sem nenhum sítio onde alguém diga se vem ou não.
- O ajuste fino paga-se em horas: encaixar uma foto vertical num molde horizontal, mover o nome dos noivos dois milímetros, procurar uma tipografia que meia lista de convidados ainda não usou.
- A marca de água e o aviso de «edita e partilha» aparecem exatamente onde não queres: por cima da data, do mapa ou da capa com a vossa foto.
- Se a hora muda ou um apelido está mal escrito, o ficheiro volta para as tuas mãos e toca a reenviar. Não há link que se atualize sozinho.
Modelos premium: pagas o design, não a logística
Um modelo premium é uma licença para um ficheiro, não um serviço. Está melhor desenhado, sim, mas continua a ser um objeto parado: quem o recebe abre, vê a data e fecha. Ninguém sabe se vêm mais pessoas, nem a que horas acaba o último baile.
E depois vem o dia a dia: o restaurante troca a sala, o código de vestimenta passa a ser outro, a frase da capa já não convence. Com um ficheiro enviado, cada mudança é uma nova exportação, um novo envio e uma mensagem de desculpa pelo meio. Pagas por uma estética que, muitas vezes, só tu vais olhar com atenção.

Um modelo é um ficheiro congelado. Um convite digital é uma página que continua a acompanhar a festa.
Convites digitais frente a modelos grátis ou premium
Um convite digital não é uma imagem: é uma página web própria do evento, com cenas encadeadas que o convidado percorre no telemóvel — o limiar, a memória do pátio, o arco das promessas, o jantar longo, o último baile. As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada e com as perguntas que tu configurares, e ninguém instala nada: abre-se o link em qualquer navegador e responde-se do telemóvel, do tablet ou do computador. Podes testar a capa grátis, com até 6 fotos tuas, e só depois decidir. Se a dúvida é quanto custa um convite digital, é simples: 29,99 EUR, pagamento único, sem subscrição. Publicas com um botão e recebes as respostas — vê os designs e testa a capa antes de pagar.



