Eventos corporativos
Convite digital para 400: quanto custa e o que pesa
Um convite digital para 400 convidados custa menos do que a lista que se perde pelo caminho. Vê as rubricas que pesam no preço e como ficar com todas as confirmações num só link
Send The Joy · 26 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três semanas para o encontro anual e há três versões da mesma lista: a que saiu da comunicação interna, a que a receção imprimiu e a que alguém corrige no telefone, de pé no corredor. Nenhuma tem exatamente os mesmos 400 nomes. É nesse ponto que a pergunta sobre quanto custa um convite digital para um evento corporativo de 400 convidados deixa de ser uma questão de design e passa a ser uma questão de quem confirma o quê. Dá para tratar disso hoje: escolhes um design no catálogo, escreves os dados e publicas o link no mesmo dia.
O custo de um convite digital para 400 pessoas não se mede em cartões impressos nem em envelopes. Mede-se nas horas que alguém passa a juntar respostas de três sítios diferentes até chegar a um número. É essa a conta que decide o orçamento.
Quanto custa um convite digital para 400 convidados
Com 80 convidados, a maior rubrica é a papelaria: 80 cartões, 80 envelopes, o selo e o estafeta. Com 400, o design dilui-se por muita gente e o peso passa para a gestão da lista. O primeiro euro que escapa não é o do logótipo: é o do diretor que responde «eu vou» num email que nunca entra no formulário. Antes de comparar orçamentos, pergunta a unidade: por convite entregue, por confirmação recebida ou por evento? A resposta muda a cifra final.
- 400 convidados são 400 acessos a um link, não 400 ficheiros: pede preço por evento e por link entregue.
- Uma só lista de confirmações, dentro do próprio convite, em vez de três folhas a circular por departamentos.
- Um link que se edita se mudar a sala, a hora ou o código de vestuário, sem reenviar nada a ninguém.
- Orçamento à parte para as 15 ou 20 cópias impressas que alguém vai querer guardar.
Convites digitais para eventos corporativos: o que está incluído
Separa as rubricas antes de comparar: design, publicação do link, recolha de confirmações e horas de administração. O adorno fica para o fim. Um orçamento honesto diz quantos links são entregues e se dá para editar depois. O que não diz está a vender-te uma imagem, não uma ferramenta.
Se a empresa exige credenciação física à porta, essa rubrica vai à parte: o convite digital cobre a convocatória e as confirmações, não faz controlo de acesso. E repara numa coisa prática — se mudar a sala ou a hora, editas o convite e o link continua o mesmo. Ninguém tem de reenviar envelopes nem reimprimir nada.
Quatro decisões que fecham o preço
Fixa a unidade: 400 convidados não são 400 PDF, são 400 acessos a um link que se reenvia sem custo extra. Escolhe o canal — email interno para quem é da casa, QR no ecrã do átrio para convidados externos e fornecedores. Reserva um resto de papel consciente: 15 ou 20 cópias para quem as for guardar. E conta os idiomas se o evento for na Europa: uma convocatória em português, inglês e alemão dentro do mesmo link evita três versões a correr em paralelo.

Antes de fechar o orçamento, conta as horas que alguém com salário passa a acertar 400 nomes. Com um convite digital, esse trabalho fica no link.
A lista rompe-se antes do orçamento
Duas semanas depois, o mesmo nome aparece com acento numa folha e sem acento noutra, o convidado está duas vezes e a conta do catering fica vinte lugares acima. O «vou com a minha equipa, somos quatro» chega por mensagem numa sexta às 19h — e são dez minutos de alguém pago para o registar. Faz a conta ao contrário: publica o convite, deixa as confirmações entrarem numa lista ordenada e abre-a quando precisares do número. O resto é escolher o design.
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