Eventos corporativos
Convite digital: alergias em evento corporativo
Convite digital para evento corporativo: pergunta o que cada convidado não pode comer antes de o catering fechar o pedido e as confirmações ficam numa lista ordenada
Send The Joy · 9 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Sexta à noite, receção de empresa num átrio de vidro. A bandeja passa com espetadas e ninguém sabe qual delas leva amendoim. Um convidado alérgico fica com o copo numa mão e o braço a meio caminho. Não é desleixo do catering: é informação que nunca chegou à cozinha. As alergias num evento corporativo decidem-se antes de alguém pegar na bandeja. Convite digital resolve isto hoje: escolhes um design no catálogo, escreves os dados, publicas e envias o link.
O problema não é o buffet nem quem serve. É que numa receção de pé não há mesa, não há nome no lugar do convidado e não há segunda tentativa. O que não estiver escrito antes, ninguém adivinha — e a cozinha não trabalha com suposições.
Numa receção de pé, as alergias perguntam-se antes do cocktail
Num buffet o convidado escolhe com os olhos: reconhece o hummus, a tortilha, o pão. Num cocktail de pé, os petiscos vão em bandeja e ninguém distingue um satay de amendoim de uma espetada de frango. Num jantar sentado, a alergia resolve-se na cozinha, com um prato marcado e um nome na mesa. De pé, sem nome nem mesa, a única forma de não servir a alguém algo que lhe faça mal é tê-lo anotado antes. Não é um detalhe de protocolo: é a diferença entre um brinde tranquilo e um susto.
- A frase certa no texto do convite: «Se tens alguma alergia ou intolerância, escreve para eventos@aempresa.pt antes do dia 10».
- Uma data limite que coincida com o fecho do catering — o pedido fecha dois dias antes, não na manhã do evento.
- Uma só pessoa da equipa a receber os avisos e a passá-los à cozinha por escrito, com o nome do convidado.
- A diferença entre intolerância e alergia grave na resposta, porque não se servem da mesma maneira.
Como recolher as alergias num evento corporativo sem formulário clínico
Três respostas bastam: o que não pode comer, se é intolerância ou alergia grave, e se vai comer ou só brindar. Com isso o catering decide entre bandeja à parte, prato marcado ou nada a assinalar. A data limite tem de ser a do fecho do pedido, não a do dia da festa: depois de a cozinha fechar as compras, já não há margem.
Deixa um único canal de aviso, com nome e email ou telefone, no texto do convite. Se cada convidado escrever a uma pessoa diferente da equipa, o dado perde-se entre mensagens. E há uma limitação a assumir: o formulário de confirmação não está pensado para recolher alergias como campo próprio. Por isso a linha do aviso vai no texto da própria página, onde todos a leem — não num anexo que metade das pessoas não abre.

Enquanto o cocktail se decide numa bandeja, a informação tem de chegar antes: uma data, um canal e uma pessoa que a passe à cozinha.
Convite digital deixa as respostas numa lista, não em conversas soltas
Convite digital é uma página web do próprio evento, não um PDF: partilha-se com um link, um QR ou uma mensagem, e o convidado confirma a partir do telemóvel sem instalar nenhuma app. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e as perguntas do formulário configuram-se ao teu gosto: deixas de perseguir respostas no WhatsApp, uma a uma. Se o catering trocar o satay por hummus, ou mudar a hora ou o código de vestuário, editas a frase e os convidados veem a versão atualizada — o link continua o mesmo e ninguém tem de reenviar nada. Um convite digital custa 29,99 EUR, sem subscrição. E se o cocktail se decide numa bandeja, a informação tem de chegar antes: escolhe o texto, fixa a data limite e partilha o link.
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