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Agendamentos com clientes no stand de uma feira: 3 erros
Agendar bem um cliente numa feira não é apontar o nome: é desenhar um momento que acontece. Estes são os três erros que fazem com que não volte e a faixa de 15 minutos que funciona.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Os agendamentos com clientes no stand de uma feira não falham por falta de interesse. Falham porque ninguém desenhou o momento. São 10h50 de quinta-feira. O pavilhão 3 está a fervilhar. Passas pelo corredor B e vês o cliente com quem falaste ontem: olha para o telemóvel, hesita, segue em frente. Não te viu. Ou viu o stand cheio e não entrou. A conversa que podia ter acontecido morre ali, entre dois cafés. Não foi o cliente que desistiu. Foi a citação que nunca existiu.
Não é apontar um nome numa lista. É combinar hora, sítio e duração. É preparar uma mesa. É ter um passo seguinte. Três erros estragam isso. E há uma faixa de 15 minutos que resolve a maior parte. Vê o que falha e o que podes fazer já amanhã.
Agendamentos com clientes no stand de uma feira: a hora tem de ser exata
«Encontramo-nos amanhã no stand» não é um agendamento. O cliente passa ao lado, ou aparece quando o stand está cheio e não há onde falar. Marca uma hora exata e uma duração. Por exemplo: «quinta às 11h15, 15 minutos, mesa alta ao lado do balcão». Se não couber na agenda dele, oferece duas faixas concretas: 11h15 ou 16h30. Assim decides o fluxo do stand e não o corredor.
- Hora exata e duração: «quinta, 11h15, 15 min, stand B12».
- Duas faixas alternativas para o cliente: 11h15 ou 16h30.
- Ponto de encontro dentro do stand: mesa alta ao lado do balcão.
- Alarme 10 minutos antes no teu telemóvel, não no do cliente.
O WhatsApp perde-se entre corredores
Um WhatsApp sem hora nem ponto de encontro afunda-se entre dezenas de conversas. O cliente não se lembra do número do stand nem do pavilhão. Se mandares só «espero-te na feira», obrigas o cliente a procurar. Melhor: envia um link ou um QR com a direção exata do stand e a hora. Um link abre-se sem instalar nada e fica no telemóvel dele.
Não persigas confirmações uma a uma. Se o agendamento não fica fechado na hora, o ruído da feira leva-o. Uma mensagem com hora e sítio certos vale mais do que cinco lembretes vagos. Se a conversa não fechar, combina na hora a próxima: uma chamada na segunda ou uma reunião no escritório.

Um agendamento numa feira não é um nome numa lista: é uma hora, um sítio e uma mesa à espera.
O stand não está preparado para receber
O cliente chega e não há onde se sentar, nem água, nem uma mesa livre. Prepara uma zona de 15 minutos com duas cadeiras, água e uma folha com o nome dele. Não deixes que outro comercial interrompa. Um agendamento numa feira é uma bolha: se o telemóvel toca ou alguém cumprimenta, a atenção quebra-se. E tem um passo seguinte claro: uma demo de 5 minutos, uma amostra ou uma data para a reunião no escritório. Sem isso, o agendamento morre no corredor. A faixa que funciona tem 15 minutos com estrutura: 2 min de saudação e contexto, 8 min de demo ou produto, 3 min de perguntas, 2 min para fechar o passo seguinte. Começa à hora exata, mesmo que o visitante anterior se atrase. Se começas 5 minutos tarde, o cliente já está a olhar para o telemóvel. Termina tu: «Envio-te o convite para o evento depois da feira» ou «Vemo-nos no dia 12 às 10h00». Não deixes que se vá sem um compromisso. Se a tua próxima marcação de feira vai terminar num evento de empresa, um convite digital da Send The Joy fecha o agendamento sem perseguições. Crias a página, testas grátis e só pagas 29,99 EUR se fizer sentido. Assim, o cliente não volta a um corredor perdido: volta a um link claro.
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