Casamentos
Quando enviar os convites de casamento de verão
A contagem faz-se a partir da data, não do mês: uma boda a 12 de julho pede o link no telefone dos convidados antes de as férias ficarem fechadas.
Send The Joy · 4 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Maio. Num grupo de mensagens alguém pergunta se as férias ficam na primeira ou na segunda quinzena de julho, e outra pessoa responde que só volta no dia 20. O casamento é a 12 de julho. O convite de casamento de verão ainda não saiu e a informação que os convidados precisam — hora, lugar, código de vestimenta — não está em lado nenhum.
O problema não é enviar tarde por preguiça. É contar o prazo em meses em vez de contar a partir da data. Uma ilha com voos e alojamento de permeio não pede o mesmo que um jantar no jardim de casa. E quando o link chega depois de as férias estarem fechadas, o casamento transforma-se numa corrida de confirmações.
Quando enviar os convites de casamento de verão: a contagem faz-se a partir da data
Se o casamento é a 12 de julho, o convite compete com as férias que os convidados estão a fechar em maio. Nessa altura, o link tem de estar à mão. Trabalhem para trás: data, hora e lugar fechados, e o código de vestimenta decidido antes de enviar. Meio dado obriga a escrever outra vez a toda a gente.
- Data, hora e lugar confirmados com o espaço antes de o link sair.
- Código de vestimenta escrito de forma que ninguém tenha de perguntar.
- Casamento na ilha ou noutra cidade: mais margem, porque há voos e alojamento pelo meio.
- Jantar no jardim de casa: margem mais curta, mas nunca a semana da boda.
O 1 de agosto é tarde, mesmo que o casamento seja a 30
Um link enviado a 1 de agosto cai a meio da mala, do carro ou do caminho para a praia. Abre-se, pensa-se «depois vejo» e esquece-se. Quem não confirma antes de viajar confirma tarde e com dúvidas: «era às 19h ou às 20h?», «o lugar fica longe de tudo?». Depois é uma semana de agosto a correr atrás de respostas, justamente quando é hora de fechar números com o espaço e com a comida.
O que se pede a cada convidado é uma decisão: vou ou não vou. Isso resolve-se melhor em junho, com o calendário aberto, do que em agosto, com a cabeça na praia. As confirmações chegam numa lista ordenada dentro do próprio convite, não espalhadas por mensagens, chamadas e notas soltas. E as perguntas do formulário configuram-se com as opções que quiserem.

Um convite de verão envia-se quando os convidados ainda podem dizer sim ou não com margem, não quando agosto já decidiu por eles.
Verão é calor, e o calor muda o que escreves
Um casamento às 19h na costa não se veste como um às 12h na serra: digam-no no texto e não deixem que se adivinhe. Marquem uma foto real do lugar ou de vocês na capa — aceitam-se até 6 fotos próprias, escolhe-se qual abre o convite e qualquer uma pode ser trocada depois. Com o mapa dentro da mesma página, ninguém tem de pedir a localização na véspera, já com o carro estacionado e o telefone nos 5%.
Um link pode ser enviado antes porque se edita depois
Num convite digital o link é sempre o mesmo, mesmo que a hora, o lugar, o mapa ou a frase mudem: os convidados veem a versão atualizada sem receber nada novo. Podem testar o design de graça e editar a capa antes de pagar; ao comprar, desbloqueiam-se todas as cenas do convite. São 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição, partilhado com um link, um QR ou uma mensagem, sem ninguém instalar nada. Escolham o design, deixem a capa a vosso gosto e publiquem o link quando a contagem o pedir.



