Cha revelacao
Quando enviar o convite de revelação de género
A data não a escolhe o calendário: escolhe-a a ecografia. Da confirmação às três semanas antes, este é o prazo para enviar o convite sem correrias.
Send The Joy · 4 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

É sábado de manhã e o telefone está encostado ao frasco da compota, com a página do convite aberta à frente. Escolheste o design, escreveste os nomes, afinaste a frase final e ficaste a olhar para o campo da data. Falta ali o único dado que ninguém pode adivinhar por ti. O calendário da cozinha tem três datas assinaladas a caneta e nenhuma delas é a certa: a ecografia só é na quinta-feira.
É daí que vem a pressa. Tens tudo pronto e não podes enviar nada. Mas repara numa coisa: a contagem para enviar o convite de revelação de género não começa no dia em que escolhes o design. Começa no dia em que sais da ecografia. Tudo o que fizeres antes disso é ensaio.
Quando enviar o convite de revelação de género? A ecografia decide
O ponto de partida é o dia em que a ecografia confirma o sexo. Não é o fim de semana que te dá mais jeito, nem o dia em que a lista de convidados fica fechada, nem a tarde em que o vestido da festa chega a casa. Nesse mesmo dia há uma decisão pequena e chata: quem é que sabe antes de todos. Os avós quase sempre preferem ouvir a tua voz ao telefone; o resto da lista pode esperar pelo link. Resolve isso primeiro e a parte do convite passa a ser escolher design e escrever textos.
- Dia 0, a ecografia: ficas a saber o dado e decides quem o ouve antes do resto da lista.
- Dia 1 ou 2: abres um design em modo de teste e mexes na capa sem pagar nada.
- Três semanas antes: envias o link com data, hora e lugar a toda a gente.
- Uma semana antes: o mesmo link, agora já com o mapa e a indicação do que vestir.
Três semanas antes é o ponto certo
Três semanas de antecedência dão margem a quem trabalha ao fim de semana para pedir troca de turno, reservar carro ou arranjar quem fique com as crianças. Com cinco dias, a maior parte das pessoas já tem planos marcados e o teu convite passa a competir com eles. A diferença entre estes dois cenários não é o design, é a data em que o link chega.
Pensa na tua própria semana. Se a festa é num sábado, um link que chega numa terça à noite lê-se muito melhor do que um domingo ao meio-dia, quando ninguém está com cabeça para responder a nada. E no primeiro envio basta a data, a hora e o link. O mapa, o que vestir e a frase final podem entrar depois, no mesmo endereço, sem teres de voltar a mandar seja o que for.

Escolher quando enviar o convite é, no fundo, escolher quantos dias de calma queres ter antes do anúncio.
A última semana joga-se no grupo
Na última semana, o que funciona não é um recordatório formal: é uma foto do bolo com um «no sábado vocês vão saber» por baixo. Quem ainda não respondeu não precisa de dez avisos — abre a lista de confirmações dentro do próprio convite e responde do telefone em dois toques, sem instalar nada. E se o sítio da festa mudar a três dias da celebração, editas no editor e todos abrem a versão nova, porque o link é o mesmo. Escolhe o design, personaliza-o com os teus textos e as tuas fotos, e publica o link quando tiveres a data da ecografia na mão. Mudar de ideias depois custa dois minutos.



