Batizados e comunhoes
Modelo de convite de batizado: um campo de lavanda
Um convite de batizado entre lavandas que se envia por link, se personaliza numa tarde e se atualiza sozinho quando a hora muda.
Send The Joy · 8 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Faltam três semanas para o batizado. Toca o telefone: é a avó a perguntar se é às onze ou às doze. Depois chega uma mensagem a pedir o endereço do campo, porque a localização que enviaram ficou perdida entre outras cinquenta. À noite, mais uma: há almoço depois e o que se veste? Quatro pessoas, quatro dúvidas, e a mesma resposta escrita de quatro maneiras.
O problema não é falta de informação. É informação espalhada por três conversas e um grupo de família. Um modelo de convite de batizado com campo de lavanda arruma isto de outra forma: uma página só, com a paleta, a hora, o sítio e o mapa no mesmo lugar, enviada por link. Personaliza-se numa tarde e, a partir daí, as respostas não dependem de ninguém estar online.
A lavanda manda antes da tipografia
O campo decide a paleta antes de qualquer escolha de letra. Fechem em três tons e não passem daí: lavanda suave, verde-oliva e creme. Preto puro sobre lilás fica duro quando o convite abre no telefone, à noite; um malva escuro ou um cinza quente leem-se melhor. Reservem a caligrafia para o rótulo e para o nome do bebé. A hora, o lugar e o mapa vão numa serifada limpa, para ninguém ter de ampliar a página com dois dedos.
- Uma foto de capa horizontal e duas verticais do bebé, tiradas com a luz da manhã.
- Os quatro dados exatos: rótulo curto, nome, data com hora e lugar com mapa.
- Uma frase escrita como se diz a um amigo, não como uma nota oficial.
- Abrir o próprio link no telefone e confirmar primeiro, para ver o que os convidados vão ver.
Um modelo de convite de batizado: o que fica na capa
Na capa cabem quatro coisas: o rótulo curto, o nome do bebé, a data com hora e o lugar. No editor, cada dado tem o seu campo e um contador de caracteres, por isso a linha não estoura sozinha quando o nome é comprido. Se o batizado é no campo e o almoço é em casa dos avós, escrevam os dois sítios em cenas separadas e juntem o mapa: ninguém tem de pedir o endereço na véspera.
Uma frase chega. «Esperamos por vocês entre as lavandas, às doze» diz mais do que três linhas que ninguém acaba de ler.

Um convite de batizado está bem feito quando ninguém precisa de perguntar a hora, o endereço ou o que acontece depois.
Uma foto de capa, cinco de respiro
É possível carregar até seis fotos próprias e elas encaixam-se sozinhas no quadro: uma vertical do bebé entre as lavandas não sai cortada nem descentrada. Marquem qual é a foto de capa e troquem-na quando quiserem — se no dia anterior conseguirem uma melhor, substituem e o link continua a ser o mesmo. Misturem duas fotos do bebé com três do campo, do ramo ou da mesa posta: quem nunca foi lá percebe em dois segundos onde vai.
Mudar a hora na sexta-feira não estraga nada
Se o batizado passa das doze para as onze e meia, editam o texto, publicam com um botão e o link é o mesmo: os convidados veem a versão atualizada, sem reenviar nada. O mesmo vale para o lugar, o mapa, o código de vestimenta ou a frase. Se parte da família confirmar de outro país, o conteúdo do convite também se escreve noutro idioma — a web está em sete línguas. São 29,99 € por convite, pagamento único, sem subscrição.
Confirmações sem perseguir ninguém
As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e as perguntas do formulário são escolhidas por vocês. Duas bem postas — nome e presença — bastam; cada pergunta a mais atrasa a resposta, que é dada no telefone. Ninguém instala nada: o convidado abre o link no navegador e confirma, e vocês não andam atrás de ninguém no domingo à noite. Provem a capa grátis, escrevam os nomes e publiquem quando o batizado já cheirar a lavanda.
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