Cha revelacao
Convites revelação de género: o confete já manda em 2026
O confete biodegradável manda em 2026, mas a revelação decide-se antes: em como avisas, como confirmas e o que fazes se chover.
Send The Joy · 4 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Estás a escolher os convites de revelação de género com confete e a decisão que interessa não é a paleta. É o resto: se o jardim aguenta, se o avô percebe a hora e se alguém confirma antes de sexta. São sete da tarde, a revelação é às sete e meia, e metade dos convidados ainda não sabe se é no jardim ou na garagem. A informação ficou perdida num grupo com quarenta e seis mensagens.
A revelação não se decide no segundo em que o canhão dispara. Decide-se uma semana antes, em três coisas pequenas: como avisas as pessoas, como recolhes as confirmações e o que fazes se o tempo virar.
O confete já não se varre do jardim
O confete de plástico acaba no relvado, nas solas dos convidados e dentro de casa três dias depois. O biodegradável desfaz-se com a chuva ou com uma passagem da mangueira. A tendência de 2026 é o canhão em cores lisas — verde-menta e azul-céu, ou rosa e fúcsia — sobre um fundo neutro, para que o tom se leia bem num vídeo vertical de telemóvel.
- Dois tons e um único metal. Nada mais em cima da mesa.
- Um canhão de confete biodegradável por cada cinco convidados, e um de reserva caso o gatilho falhe.
- Hora, lugar e link na primeira mensagem, não na quinta.
- Testa a capa grátis antes de pagar: edita-se em modo de prova e só se desbloqueia tudo ao comprar.
Convites revelação de género: a cor antes da tipografia
Primeiro decides o par de cores, depois o desenho. Se o rosa e o fúcsia convivem na mesma paleta, a revelação sai suja nas fotografias e ninguém distingue o momento exato.
Um único acento metálico — prata ou dourado suave — aguenta melhor a luz de um terraço do que três cores a competir entre o confete, os balões e a toalha. E há um teste que quase toda a gente salta: ver a paleta no sítio real e à hora real. Um azul-céu visto às 19h num pátio com luz quente fica cinzento, e o vídeo não corrige isso.

A revelação decide-se antes do confete: na hora que ninguém teve de perguntar e na confirmação que ninguém teve de perseguir.
A revelação começa no link
Um convite digital é uma página web do próprio evento. Abre-se pelo link em qualquer telemóvel, sem instalar nada, por isso a tia que detesta tecnologia entra e confirma na mesma. E se chover e a revelação passar do jardim para a sala, mudas o lugar no editor e o link continua a ser o mesmo. Ninguém recebe um «correção: nova morada» duas horas depois.
Podes subir até 6 fotografias tuas — a ecografia, os irmãos, o bolo — e escolher qual fica como capa. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, em vez de espalhadas por WhatsApp, Instagram e chamadas que ninguém atende. Configuras as perguntas do formulário e perguntas uma vez só, no mesmo sítio onde se lê a hora.
Quando o papel ainda faz sentido
Se alguém quiser guardar algo, imprime três ou quatro cópias para os avós ou para o álbum, e usa o link para tudo o resto. É a combinação sensata. O papel, no entanto, não se atualiza: se a hora muda, há que reimprimir e voltar a distribuir. O link edita-se depois de enviado e mostra sempre a versão atual. E o digital tem um requisito honesto: é preciso um telemóvel, um tablet ou um computador com ligação. Se algum convidado não tiver nenhum, é exatamente essa a cópia que se imprime.
Escolhe a paleta, vai ver o pátio à hora real e deixa o confete fazer o resto. Quando o link estiver pronto, os teus convidados veem a hora, as fotografias e o botão de confirmar no mesmo sítio — mesmo que o plano mude.



