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Convites de inauguração de casa: pedir presentes com jeito
Quando falar de presentes, que frase escrever e o que responder a quem pergunta o que levar. A etiqueta da inauguração da casa, resolvida no convite digital.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

As caixas ainda estão por abrir e já te perguntaram três vezes o que devem levar. Dizes «nada» e vem a resposta: «a sério, nem uma garrafa?». É aqui que quase toda a gente se enreda. Não é a festa que dá trabalho — é a frase que ficou por escrever no convite de inauguração de casa.
Resolver isto antes de enviar o convite custa cinco minutos. A etiqueta da inauguração da casa é mais simples do que parece: o presente não se anuncia, responde-se. E o resto — a hora, os sapatos, o jantar — cabe em três linhas bem escritas.
O presente responde-se, não se pede
A regra prática: o convite anuncia a festa, não a prenda. Se ninguém perguntar, não escrevas nada sobre presentes — nem para os proibir. Quando alguém manda mensagem a perguntar o que levar, é aí que entra a resposta: «só tu, e uma garrafa se te apetecer». Essa frase tira pressão aos dois lados.
- «Só a tua presença» — para quem insiste e não precisa de levar nada.
- «Se quiseres, uma garrafa para a mesa» — a saída mais simples quando a festa é de petiscos.
- «Traz o teu prato favorito» — transforma a prenda em contribuição para o jantar.
- «Nada é obrigatório, o importante é que venhas» — fecha qualquer conversa sobre presentes.
Quando o convite de inauguração de casa fala de presentes
Há casos reais: uma primeira casa sem chaleira nem sertã. Se for o teu, diz — mas num só parágrafo, no fim do convite. Nunca no cabeçalho, nunca na primeira linha. Separa a festa da logística: em cima a data, a hora e a morada; em baixo, uma linha do tipo «se insistires, algo para a cozinha». Quem quiser lê; quem não quiser, ignora.
E o «sem presentes» só funciona se for verdade. Se depois começar a circular uma lista do que falta, a mensagem contradiz-se e o convidado fica sem saber o que fazer. Uma razão curta — «já temos a casa cheia» — chega. Sem razão, soa a desprezo.

O presente não se pede no convite: responde-se a quem pergunta, com uma frase que tire peso aos dois lados.
Horário, sapatos e jantar: o que os convidados precisam de saber
Escreve a hora de início e a hora de fim: «das 19h às 23h» evita que a última pessoa continue no sofá às duas da manhã. Se a casa tem alcatifa ou soalho novo, avisa — «sapatos à porta» ou «traz meias grossas» é mais útil do que qualquer código de vestuário. Diz se há jantar sentado, petiscos ou «cada um traz uma garrafa»: ninguém quer chegar jantado a uma mesa posta. E resolve os miúdos na mesma linha: «os pequenos são bem-vindos» ou «fica melhor uma noite de adultos».
O link aguenta as mudanças; o cartão, não
Decide agora se falas de presentes ou não, escreve a frase exata e publica. Se depois mudares de ideias — ou se a casa ficar sem forno —, editas o texto e o link continua o mesmo. Ninguém recebe um convite corrigido nem uma mensagem nova. Num convite digital da Send The Joy, a etiqueta fica resolvida no mesmo link que os teus convidados abrem no telemóvel, sem instalar nada. As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada, e não tens de andar a perseguir respostas no WhatsApp. São 29,99 EUR, pagamento único.
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