Despedidas de solteiro
Convites de despedida de solteira em sidraria: hora e transporte
A despedida numa sidraria decide-se com três dados: a hora do txotx, o menu fechado e o ponto do autocarro. Põe os três no convite e ninguém volta a perguntar.
Send The Joy · 5 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

A Inês casa em outubro e escolheu uma sidraria a meia hora de Bilbau para a despedida de solteira. Ficou tudo tratado num jantar de terça-feira: dezoito pessoas, dois carros e uma mensagem no grupo a dizer «depois digo a hora». Na semana seguinte, metade do grupo ainda não sabia se o txotx era ao almoço ou ao jantar.
Os convites de despedida de solteira resolvem isto, mas só se levarem lá dentro o que interessa. Numa sidraria há três dados que decidem a noite: a hora do txotx, o menu fechado e o ponto de recolha do autocarro. Se estes três dados não estiverem escritos num único link, o grupo vai procurá-los no meio de uma conversa que já ninguém consegue seguir.
Convites de despedida de solteira: primeiro a hora do txotx
As sidrarias servem o txotx por turnos, ao almoço ou ao jantar, e o teu turno é a informação mais importante de todo o convite. Antes de escolher o design ou de pensar na música, trata da hora.
- As sidrarias abrem o txotx por turnos. Se o convite não diz qual é o vosso, metade do grupo aparece quando a primeira garrafa já está vazia.
- Na capa, só três dados: o dia, a hora de encontro e a hora exata do txotx. O menu, o autocarro e o código de vestimenta ficam nas cenas seguintes, não amontoados em cima.
- Se o turno for ao jantar, escreve também a hora de regresso do autocarro. É a pergunta que volta sempre ao grupo quando já ninguém abre as mensagens.
- Liga para a sidraria e confirma a tua hora antes de publicar o link. Se mudar, editas o convite e os convidados veem a versão nova no mesmo endereço.
O menu da sidraria escreve-se, não se negoceia
Numa sidraria o menu é quase sempre fechado e chega à mesa à medida que sai da grelha: costeleta, bacalhau, tortilha, queijo, marmelada e nozes. Ninguém escolhe à carta. Escreve o menu tal e qual numa cena do convite e acaba-se o «mas não há mais nada?».
Falta a parte do dinheiro. Diz se a sidra está incluída e o que se paga à parte, porque quem leva as notas contadas no bolso quer saber antes de se sentar. E quem não bebe álcool trata da água ou do refrigerante por mensagem com a organizadora — isso não se resolve à mesa.

Com a hora do txotx, o menu e o ponto do autocarro no mesmo link, a despedida organiza-se sozinha e tu voltas a ser convidada.
O autocarro enche pela ordem das confirmações
Um ponto de recolha concreto evita as mensagens todas a perguntar onde é que se fica. «Às 20h15, junto ao metro do Casco Viejo» diz tudo de uma vez. Se há ida e volta, escreve a hora de regresso e o local exato na mesma cena onde metes o mapa da sidraria. E deixa claro quem paga o autocarro e como se reparte o valor: uma transferência com a referência «autocarro da Inês» organiza mais do que uma conversa cruzada.
As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada. Vês de relance quem falta, sem abrir o grupo, e o autocarro enche pela ordem em que as respostas aparecem.
A última solteira, a última versão do link
Uma despedida mexe sempre: cai uma pessoa, entra outra, a costeleta sai meia hora mais tarde. Num convite digital editas a hora, o ponto de encontro ou o mapa e o link continua a ser o mesmo. Não reenvias nada nem perdes as respostas que já recebeste. Os convidados abrem o endereço do costume e veem a versão de hoje.
Se alguém quiser papel para guardar, a opção sensata é combinar: link para todas e umas quantas cópias impressas com o QR para quem as for arquivar. Começa pelo digital — põe uma foto do grupo na capa, acrescenta a música da viagem de volta, testa a capa grátis e publica o link antes que o autocarro encha.
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