Casamentos
Convites de casamento íntimo: digital ou papel
Comparamos convite digital e convite em papel num casamento íntimo: preço, logística e elegância quando a lista não chega a 30 convidados.
Send The Joy · 5 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Trinta convidados. A lista fechou há duas semanas e ainda há dúvidas soltas: e se o jantar mudar de hora? A prima que se mudou em maio recebeu o convite? Foi a pensar nisto que vocês começaram a pesar convites de casamento íntimo: digital ou papel.
Este artigo compara os dois sem rodeios: o preço, a logística quando a lista é curta, a elegância e as confirmações. E o que o papel ainda faz bem.
Convite de casamento íntimo: o que se paga antes do primeiro envelope
Num convite em papel, cada mudança tem preço. Se a hora do jantar muda ou um padrinho corrige o nome, imprime-se outra vez e enviam-se envelopes novos. No convite digital da Send The Joy edita-se depois de enviar e o link continua a ser o mesmo.
- O preço é único: 29,99 EUR por convite, sem subscrição nem mensalidades. Ao comprar, todas as cenas ficam desbloqueadas.
- Com 25 convidados, imprimir dá pouca margem: o design, a prova de cor, os envelopes e os selos pagam-se na mesma, mesmo em poucas unidades.
- A prova gratuita da capa deixa-vos decidir com o convite à frente: editam sem pagar e só depois da compra se abrem as cenas completas.
- Podem editar mais tarde sem custo e o link mantém-se. Não há segunda impressão para pagar.
A logística manda quando são poucos
Pedir 25 endereços atualizados dá mais trabalho do que partilhar um link. Ninguém fica de fora porque mudou de casa no mês passado, e vocês não andam atrás de ninguém.
Os convidados não instalam nenhuma app. Abrem o link no navegador do telemóvel, veem o convite e confirmam ali mesmo. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e as perguntas do formulário configuram-se no editor: a resposta traz exatamente o que vocês decidiram pedir. Se a hora ou o lugar mudar, editam e pronto, todos veem a versão nova no mesmo link.

Num casamento de 30 pessoas, o que muda não se reimprime: edita-se e o link continua o mesmo.
A elegância não a assina o papel
Um convite digital não é um PDF nem uma imagem: é uma página web própria, com cenas encadeadas que se passam com o dedo. Cada cena leva textos e fotos vossas, até 6 imagens que se encaixam sozinhas no molde. Escolhem qual fica na capa e podem trocar qualquer foto mais tarde. Os textos entram campo por campo — rótulo, nomes, data, frase e lugar — com contador de caracteres, por isso um apelido comprido não parte o desenho. A música e a frase ajustam-se ao tom de um casamento pequeno, de sobremesa longa, sem solenidade de salão.
Quando o papel ainda faz sentido
O convite digital não imprime nem envia papel. Se alguém da família quiser guardar algo, a opção sensata é combinar: o link para todos e umas poucas cópias impressas para quem as for guardar. O papel brilha como recordação, não como canal, e uma cópia emoldurada em casa dos pais dura mais do que 25 envelopes num cajón. Falta dizer o óbvio: os convidados precisam de um telemóvel, tablet ou computador com ligação. Se entre os 25 houver alguém que não usa o telemóvel, o melhor é ligar-lhe e mostrar o convite em pessoa.
Um casamento com menos de 30 convidados organiza-se a partir do telemóvel, e o convite também pode viver aí. Escolham o design, experimentem grátis e publiquem com um link na mesma tarde.



