Casamentos
Convites de casamento com acompanhante: o nome do +1
O +1 não se decide à porta nem se improvisa no WhatsApp. Aqui está o critério, a fórmula para dizer sem magoar e como o convite digital deixa tudo resolvido por escrito.
Send The Joy · 30 de setembro de 2026 · 3 min de leitura

Falta uma semana para o casamento. Chega uma mensagem: «Posso levar o meu namorado?». Você olha para o telefone, depois para a lista de convidados, depois para o mapa das mesas. Não é má vontade. É que o nome dele nunca chegou a ser escrito em lado nenhum, e agora a decisão tem de sair em dois minutos, no meio de outras dez conversas.
A saída não está à porta do salão nem numa nota mental. Está no convite. Nos convites de casamento com acompanhante, o nome escreve-se desde a primeira mensagem, e a conversa difícil nunca chega a acontecer — porque já está resolvida antes de alguém a levantar. É a diferença entre fechar a lista em março e fechá-la à porta.
O nome próprio não é um detalhe: é o convite
Abrir a mensagem com «Maria e acompanhante» deixa essa pessoa sem identidade. Escrever «Maria e Diego» desde o primeiro WhatsApp poupa a conversa torta da semana seguinte. Se não souber o nome do +1, use o da pessoa que convida como referência: «Sofia + 1». E nunca «e família» quando há só um lugar na mesa.
- Escreva o nome completo de cada convidado, com apelido se houver duas pessoas com o mesmo nome na lista.
- Una o casal com «e» quando sabe o nome; guarde o «+1» só para quando não sabe.
- Um convite, um lugar: se o convite nomeia uma pessoa, há uma cadeira.
- Na confirmação, ofereça duas opções claras: «Venho sozinho» ou «Venho com uma pessoa».
Quem entra no +1 nos convites de casamento com acompanhante
O critério que funciona em qualquer país é a relação, não a simpatia. Convida-se o par com quem se vive ou com quem há um compromisso público, não um acompanhante de última hora. Fixe a regra — vivem juntos, há aliança, é uma relação estável — e aplique-a igual aos dois lados da família. Antes de enviar, escreva essa regra numa frase e leia-a em voz alta: se soar injusta num dos lados, ainda não está pronta.
Não junte dois convidados por conveniência de mesa. O +1 não é um lugar que se preenche, é uma pessoa que recebe o próprio nome. Se alguém insistir, responda com um limite e um motivo: «Somos 40 e fechamos a lista em março». Um limite com contexto aceita-se; um limite sem contexto discute-se. E feche a conversa a olhar para a festa, não para a negociação.

O +1 não se improvisa numa mensagem à porta do salão. Escreve-se no convite, com nome, e a conversa difícil deixa de ser precisa.
O RSVP é onde se decide, não no chat
Um formulário com a pergunta «Vem acompanhado?» deixa a resposta por escrito, com data, e as confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista organizada. Configure só o que vai usar: quantos são e quem vem. Se depois mudar o número de lugares, é editar uma cena — o convite mantém o mesmo link e não há nada para reenviar. Se em junho alguém confirma com par e em agosto já não vem acompanhado, edite o texto: quem abrir o link vê a versão atualizada. Comece pelo desenho e experimente grátis em modo de teste, para ver como o nome fica na capa.



