Casamentos
Convites de casamento e alergias: como perguntar
Como organizar as alergias dos convidados num casamento sem transformar o RSVP num formulário médico. Um método simples para perguntar, e onde vive o resto da logística.
Send The Joy · 30 de setembro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três semanas. Você abre a lista de confirmações e conta 78 nomes. Sabe que a Sofia é celíaca, que o padrinho não pode lactose e que na mesa 5 vão duas crianças que só comem massa com manteiga. O catering já perguntou pela lista de alergias. Você ainda não a enviou. Metade das respostas está espalhada por três conversas diferentes — e é assim que os convites de casamento com alergias se transformam num problema de logística em vez de uma linha numa folha.
O problema nunca é a alergia em si. É perguntar. Feito sem método, isto vira mensagens cruzadas, respostas que se perdem e um ficheiro que ninguém consegue ler na véspera. Feito com método, resolve-se numa tarde. Este é o método — e no fim, onde deve viver o resto da logística.
Convites de casamento com alergias: o RSVP não é um formulário médico
O RSVP tem uma função só: saber quem vem e quantos são. Se você juntar a isso uma lista de intolerâncias, o convidado demora mais a responder e a informação perde-se no meio de 70 confirmações. Separe as duas coisas. A confirmação fica no convite, com um toque. As alergias seguem por um canal à parte, que só vocês dois leem.
- Deixe o RSVP curto: sim ou não, e quantos vêm. Nada de listas de pratos.
- Abra um email só para isto — alergias@... — e escreva-o no convite, depois da data de confirmação.
- No convite: «Confirme até 10 de maio. Se tiver alguma intolerância, escreva para alergias@...».
- Só vocês dois leem esse email. Ninguém tem de explicar o que se passa com o seu corpo num grupo de 60 pessoas.
Como perguntar sobre alergias sem parecer um formulário
Uma pergunta aberta e privada funciona melhor do que uma grelha de caixas. «Há alguma coisa que não possa comer?» deixa a pessoa dizer o que precisa, com as palavras dela. Uma lista de quadrados obriga-a a encaixar-se numa categoria que talvez não seja a dela — e às vezes a responder o que não quer escrever.
Depois, agrupe as respostas por tipo de menu: sem glúten, sem lactose, vegano, infantil. É a linguagem que o catering usa na cozinha. Guarde tudo numa nota do telefone, atualizada à medida que chegam respostas — e não no meio do grupo onde se combinam as músicas da festa.
A lista de alergias resolve-se com o catering, não no grupo de mensagens
Ligue ou escreva ao catering com a lista já fechada. Não improvise no dia. Se numa mesa ficam dois celíacos e um vegano, quem serve tem de saber isso antes de pôr o prato à frente. Etiquete as mesas com o menu especial ou entregue um plano ao chefe de sala. Uma semana antes é o prazo certo: depois disso, cada alteração é um telefonema à pressa e um prato a mais.

Uma pergunta aberta, num email privado, resolve o que vinte mensagens no grupo nunca resolvem.
O convite digital fica com a parte chata
Se não quer passar as últimas semanas a correr atrás de respostas, comece por centralizar as confirmações. O Send The Joy dá-lhe uma página própria para o casamento por 29,99 EUR, pagamento único. As confirmações chegam dentro do convite, numa lista ordenada, e pode mudar a hora, o lugar ou o dress code depois de enviar: o link é sempre o mesmo. Quem recebe abre no telefone e responde sem instalar nada. Das alergias trata o email. Do resto trata o convite.



