Casamentos
Convites de casamento em terraço: marcar a hora do sol
Num convite de casamento em terraço há três horas que não podem faltar: a do pôr do sol, a do primeiro brinde e a do último baile. Estas são as perguntas a fazer ao espaço.
Send The Joy · 4 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

O convite diz 20h00 e ninguém escreveu a que horas o sol se põe nesse dia. É o erro mais comum nos convites de casamento em terraço: a cerimónia começa, o grupo alinha para a fotografia e a luz já está atrás dos edifícios. À meia-noite, a música para, o elevador está fechado e metade dos convidados ainda pensa que falta uma hora de festa.
Nada disto é culpa do espaço. É informação que faltou no convite. Num rooftop — ou num terraço entre edifícios, que é o mesmo — a noite decide-se em três horas: a do pôr do sol, a do último baile e a da saída. Antes de escolher cor, tipografia ou menu, feche estas três.
Convites de casamento em terraço: a hora do sol entra primeiro
Resolva duas horas antes de tudo o resto: a hora de início da cerimónia e a hora exata do pôr do sol na data escolhida. Se a cerimónia é às 20h00 e o sol se põe às 21h15, o primeiro brinde é com luz dourada e a fotografia de grupo sai sem flash. Se for ao contrário, o arco fica contra o sol e as fotografias saem com uma mão à frente dos olhos.
- Hora de início da cerimónia e hora exata do pôr do sol na data do casamento.
- Hora-limite de música do espaço, escrita no convite como 'último baile', com a hora à frente.
- Caminho até ao terraço: número da porta, elevador até que andar, quantos degraus de escada e mapa dentro do próprio convite.
- Código de vestimenta adaptado ao chão e ao vento, com a peça de agasalho para depois das 22h00.
O último baile tem hora e essa hora vai no convite
Pergunte ao espaço a que horas a música tem de baixar. Entre edifícios, esse limite chega antes do que a festa imagina e decide coisas grandes: não é o mesmo organizar bebidas para duas horas ou para quatro.
Se o último baile é à 00h30, escreva isso no convite, com a hora à frente. Ninguém fica à espera de 'mais uma música' que já não vai tocar. A mesma linha serve para explicar a saída: se a essa hora o elevador está fechado e é preciso descer pelas escadas, diga antes, não à uma da manhã.
Mudar a hora não é reimprimir envelopes
Num terraço o plano mexe-se: atrasa-se a cerimónia, adianta-se a música, muda a hora do brinde. Um convite digital de Send The Joy edita-se depois de enviado e o link continua a ser o mesmo. Muda a hora, o mapa, o código de vestimenta ou a frase, e os convidados veem a versão atualizada, sem segundo envio. Se alguém quiser papel, junte as duas coisas: o link para todos e umas quantas cópias impressas para quem as for guardar. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, com as perguntas que tiver configurado.

Num terraço, a hora do sol não é um detalhe bonito: é a primeira informação do convite.
Um terraço sobe-se com instruções
Nada de 'Rua X, 12' e pronto. Escreva a rota: 'Número 12, elevador até ao sétimo andar e um curto lanço de escadas até ao terraço.' Quem vai de salto e com um presente na mão agradece saber isto antes. Junte o mapa dentro do próprio convite, para não haver saltos entre aplicações à procura da morada, e deixe o plano B com nome e hora: 'Se chover, a cerimónia passa para o salão do sexto andar.' Do calçado, o conselho útil é 'sola larga, melhor que salto fino', mais simples de seguir do que 'elegante informal'. E avise do frio: 'Às 22h00 refresca no terraço, traga uma capa fina.' Junte estas cinco respostas esta semana — hora da cerimónia, hora do pôr do sol, hora-limite da música, rota e plano B — e passe-as para o convite.



