Casamentos
Convites de casamento com fundo para a lua de mel: como pedir
Onde pôr o fundo dentro do convite, que frase usar e o que responder quando a tia pergunta pelo número da conta. Sem lista de presentes e sem falar de valores.
Send The Joy · 2 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três semanas para o casamento e ainda não há uma linha sobre o fundo para a lua de mel no convite. A tua tia mandou mensagem a pedir o número da conta. A tua mãe quer saber se há lista de presentes. No grupo dos amigos, alguém escreveu: «Então, o que é que vocês querem?»
Não é preciso esconder que vão viajar nem inventar uma lista de loiças que não querem. O que muda tudo é onde escreves e como escreves. Abaixo ficam as frases, a ordem das cenas dentro do convite e o que responder quando a pergunta chegar.
O fundo para a lua de mel pede-se, não se cobra
Uma linha chega: «A vossa presença é o presente. Se quiserem acompanhar-nos na viagem, o fundo está no convite.» Diz o destino e o mês. Não escrevas o valor. «Vamos ao Japão em outubro» abre a conversa; «precisamos de 2 000 €» fecha-a e põe preço à amizade.
- Escreve o destino e o mês, nunca a cifra. Uma frase com números transforma um convite num orçamento.
- O fundo fica depois da confirmação. Se for a primeira coisa que o convidado vê, lê o casamento como uma recolha de fundos.
- Diz o que já não precisam: «temos a torradeira, os copos e a louça» resolve dúvidas e explica porque é que o fundo faz sentido no vosso caso.
- Nada de números de conta num link que se reenvia. Esses dados dão-se quando o convidado os pede.
A frase exata que não soa a cobrança
Escreve como falas: uma linha, na segunda pessoa. «Se quiseres juntar-te à nossa viagem, o link está na última cena.» Fora «rogamos a vossa contribuição», «aceita-se dinheiro» e toda a linguagem de cobrança.
Anuncia uma via e só uma. Se deres transferência, link de pagamento e envelope ao mesmo tempo, o convidado fica a decidir qual delas usar antes de confirmar. A segunda via aceita-se se ele a propuser, mas não se anuncia na página.

Um fundo bem escrito não tem valor à vista. Tem um destino, um mês e uma frase que não soa a cobrança.
Mudar de destino não obriga a reenviar nada
Passas de «Bali em setembro» para «Costa Rica em janeiro» e o link é o mesmo. Quem abrir o convite vê a versão nova, sem receber mensagem nenhuma. Os textos editam-se no editor do navegador, sem instalar nada e com vista prévia imediata. E se alguém quiser guardar uma cópia, imprime as folhas em casa: o convite para todos continua a ser o link.
Onde fica o fundo dentro do convite
Na última cena, depois da confirmação. Primeiro a data, a hora e o sítio; no fim, a viagem. Com uma foto do destino ao lado, o fundo entende-se sozinho: uma rua de Quioto poupa três frases de etiqueta. Se vais pedir fundo para a lua de mel, faz isso num convite que possas corrigir sem reenviar nada a ninguém. Em Send The Joy publicas com um botão e recebes as confirmações dentro da mesma página: 29,99 €, pagamento único.



