Casamentos
Cerimónia da vela: convites de casamento passo a passo
A cerimónia da vela merece mais do que uma linha no programa do dia. Damos-vos os textos, as fotos e o RSVP para que os convidados entendam o momento antes de o viverem.
Send The Joy · 6 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São 21h40, o jantar vai a meio e alguém na mesa do fundo pergunta: «Então, a vela já se acendeu?» Ninguém sabe responder. O acendimento foi às 20h15, no jardim, e metade dos convidados ainda procurava o lugar quando as duas chamas se juntaram.
Um convite digital resolve isto com meia linha. Não é preciso discurso nenhum: é preciso que quem abre o link saiba que às 20h15 se sai para o jardim, que a vela se acende antes do primeiro brinde e quem a segura.
Duas chamas, uma só: o que dizer no convite
Antes de escreverem, decidam a mecânica do momento. Quem segura as duas velas individuais e quem acende a comum? A vela apaga-se no fim ou fica acesa até ao último baile? Se for ao ar livre, digam no convite que se sai para o jardim durante alguns minutos.
- Ponham o momento no programa com hora exata: «Acendimento das velas, 20h15».
- Digam quem segura as velas — os pais, os padrinhos, os dois — para ninguém ter de perguntar na altura.
- Escrevam se é no jardim ou no salão: meia linha evita que metade da mesa fique sentada.
- Marquem-no antes do primeiro brinde, no intervalo natural do jantar.
Convites de casamento com cerimónia da vela: rótulo, frase e hora
No editor, cada dado tem o seu campo: rótulo, nomes, data, frase e lugar. O rótulo — «O nosso casamento» ou «Sim, aceito» — escreve-se à parte, e o contador de caracteres mostra logo se «Duas chamas, um só lar» cabe sem partir o desenho.
A frase é o único sítio onde vale a pena a vela soar a vela: «Hoje acendemos a nossa» funciona melhor do que quatro linhas que ninguém acaba de ler. O resto vai em campos separados: cerimónia às 19h30 no jardim, jantar às 21h no salão. Dois dados claros em vez de um parágrafo.

O acendimento das velas não precisa de mais emoção: precisa de hora, de lugar, de uma frase curta e de alguém que a segure.
Fotos e cenas: como se vê a luz
A capa aguenta bem um plano vertical das mãos em volta da vela. Depois, até seis fotos vossas: o pátio, os nomes escritos à mão, a mesa posta. Dá para marcar qual é a capa e trocar só essa foto, se na véspera conseguirem uma melhor. As cenas vão encadeadas, do limiar ao último baile: uma cena com nome próprio — «Arco de promessas», «Jantar longo» —, com texto e foto, faz com que o acendimento não fique um dado solto.
O RSVP e os últimos ajustes, sem reenviar nada
Além do «sim, vou» e do «não posso», podem acrescentar uma pergunta vossa: «Ficas para o acendimento das velas?» deixa claro que o momento é para todos. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e não há nomes a copiar de um chat na semana antes. Configurem as perguntas antes de publicar: se mudarem alguma depois, o link é o mesmo e os convidados veem a versão atualizada.
Se a vela passar do jardim para o salão por causa da chuva, mudam o lugar e a hora no editor e quem abrir o link vê logo. Sem reimprimir envelopes, sem avisar um a um. E se alguém da família quiser o convite em papel para guardar, o sensato é combinar: link para todos e umas quantas cópias impressas para quem as vai colecionar.
Têm o momento, os textos e as fotos. Falta montar tudo num convite que se abra no telemóvel e chegue a todos ao mesmo tempo. Escolham um design, personalizem os textos do acendimento e publiquem quando vos parecer bem.



