Casamentos
Convites de casamento com cartas: quem guarda e quando lê
Decide quem guarda a carta, escreve a data de abertura no convite e lê tudo na hora certa. Um convite digital ainda deixa mudar a data sem reenviar nada.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

A Marta ficou com as cartas do casamento. A ideia era abri-las no primeiro aniversário, mas a caixa andou de armário em armário e acabou em casa da madrinha, sem data escrita em lado nenhum. Em junho, cada um tinha uma teoria diferente sobre o que fazer com os sobres.
Uma carta para a cerimónia de casamento não acaba quando o convite é enviado. Falta decidir quem a guarda e quando se lê — e isso resolve-se com uma frase escrita no convite, antes de o dia chegar.
Convites de casamento com cartas: quem guarda e quando se lê
Trata a carta como tratas a hora da cerimónia: escreve-se e fica escrito. No convite cabe uma frase com nome próprio e data. Nada de «os padrinhos guardam» nem de «depois se vê». Um nome, um dia, e quem lê sabe o que fazer.
- Quem guarda: nome e apelido de uma pessoa, não «os padrinhos».
- Quando se abre: dia, mês e ano. Se for no primeiro aniversário, escreve isso mesmo.
- Onde fica a caixa: casa da madrinha, gaveta da secretária, armário do corredor.
- O que se faz ao abrir: ler em voz alta, brindar e voltar a fechar a tampa.
Onde fica a caixa e quando ler as cartas
Uma caixa sem dono e sem sítio perde-se. Escolhe o lugar antes do casamento e escreve-o numa etiqueta colada na tampa: data de abertura e nome de quem guarda. Se houver várias cartas, numera-as por momento — cerimónia, jantar, primeiro baile — e a ordem fica decidida sem discussão.
Se as cartas se leem no próprio dia, marca um turno: padrinhos, mães, amigos. Assim ninguém fica sem a sua vez. Leva um sobre de reserva ou a frase escrita no telemóvel, porque a voz falha. No fim, as cartas voltam para a caixa e a tampa fecha-se: é isso que dá sentido à abertura no primeiro aniversário. Se as leres só no aniversário, marca a hora — «depois do brinde» chega.

Quem guarda a carta e quando se abre decide-se no convite, não à porta da sala.
O que fica escrito antes de enviar
Antes de publicar o convite, confirma cinco coisas: o nome e apelido de quem guarda a carta, a data exata de abertura com dia, mês e ano, o lugar onde a caixa vai estar, quem lê e em que ordem, e o que se faz com as cartas depois de lidas — voltam para a caixa ou repartem-se. Se alguma destas respostas for «vemos depois», ainda não está pronta.
Digital para todos, papel para quem guarda
Não precisas de imprimir um convite para cada convidado. O sensato é um convite digital de casamento com link e QR que todos abrem no telemóvel, sem instalar nada, mais duas ou três cópias em papel para quem vai guardar as cartas. Na Send The Joy o convite é uma página própria do casamento: as confirmações chegam dentro dessa página, numa lista ordenada, e podes mudar a hora, o lugar ou a frase depois de enviar — o link é o mesmo e os convidados veem sempre a versão atual. Custa 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição. Testas o design de graça antes de comprar e desbloqueias todas as cenas quando pagas. Escolhe quem guarda as cartas, escreve a data de abertura e deixa o convite pronto para receber as confirmações.



