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Convites de bodas de madeira: quem entra na lista?
Como escolher quem entra na lista dos 5 anos de casamento: três blocos de nomes, o que fica de fora e porque um grupo de WhatsApp não substitui um convite.
Send The Joy · 5 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Faz cinco anos que se casaram. A lista ainda está numa gaveta, numa folha com nomes riscados e setas a ligar primos a mesas. Agora querem juntar 40 pessoas para um jantar e percebem que metade desses nomes já não vos diz nada — e que os convites de bodas de madeira vão ter de sair de outra lista.
A lista dos cinco anos não se recupera: refaz-se. Com quem esteve no casamento, com quem chegou depois e com a família que não pode faltar. Aqui fica o critério para decidir, sem grupo de WhatsApp e sem discussões de última hora.
Convites de bodas de madeira: os padrinhos abrem a lista, não a fecham
Comecem pelos padrinhos e não acabem neles. Separem os nomes em três blocos: quem esteve no casamento, quem apareceu depois e a família que não pode faltar. Só assim veem de imediato o que sobra, sem deixar ninguém de fora por esquecimento.
- Quem vos ligou no mês passado, mesmo sem ter ido ao casamento, continua a contar. Faz parte dos vossos dias de agora.
- Quem chegou depois também tem lugar: novas relações, colegas que já são amigos, filhos que nasceram nestes cinco anos.
- O que fica de fora é a lista herdada do casamento. Se não a usaram em cinco anos, não é ela que vai decidir a mesa de hoje.
- Os padrinhos têm o seu papel na festa: o discurso, o brinde, a ajuda de última hora. Isso não os torna os únicos convidados.
Cinco anos mudam mais nomes do que vocês imaginam
Antes de somar, contem as ausências. Quem se mudou para 600 km e não vai atravessar o país por um jantar. Quem já não está. Quem se afastou há três anos e não volta só porque chegou um convite.
Depois somem o que cresceu: uma relação que agora é fixa, um bebé que precisa de cadeirinha, dois colegas de escritório que vos aturaram mais do que alguns amigos do casamento. O limite real é o restaurante, não o afeto. Se o espaço leva 40 pessoas e a lista tem 62, o critério é esse — não a ordem pela qual os nomes vos foram aparecendo numa noite em claro.

Cinco anos depois, a lista não se herda: escolhe-se outra vez, com quem está cá agora.
Um grupo de WhatsApp não é um convite
Uma conversa com 50 pessoas acaba com três respostas, dois memes e ninguém a dizer em voz alta se vai. Sem confirmações claras, não há como fechar números com o restaurante.
Com um convite digital, cada pessoa abre o seu link, lê a hora e o local e confirma em dois toques, sem instalar nada. As respostas chegam reunidas numa lista dentro do próprio convite, não perdidas entre mensagens. E se a hora mudar das 21h00 para as 21h30, editam uma vez e todos veem a versão nova no mesmo link.
O que deve dizer o convite de bodas de madeira
Os campos que se leem de verdade: o rótulo, os dois nomes, a data, uma frase curta e o lugar, cada um no seu campo e com contador de caracteres para não se esticarem. «Celebramos cinco anos» diz mais do que um poema de oito linhas. Podem juntar até seis fotografias vossas — a do casamento, a da viagem, a da casa, a do cão — e escolher qual fica na capa; qualquer uma pode ser trocada mais tarde. As cenas ficam encadeadas e cada uma personaliza-se com os vossos textos e as vossas fotos: a capa, a história destes cinco anos, os detalhes do dia e a confirmação.
Já sabem quem querem naquela mesa. Falta o convite estar à altura e as confirmações deixarem de ser uma dor de cabeça. Criem o vosso no editor, experimentem de graça e publiquem com um botão por 29,99 €. Os convidados só precisam de um telemóvel, um tablet ou um computador com internet: não precisam de instalar nada e vocês deixam de andar a pedir respostas por mensagem.
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