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Convites de madeira para bodas de 5 anos: o preço real

Uma placa gravada cobra-se à peça, o envio paga-se por destino e a reimpressão aparece se a hora mudar. É isto que se paga de verdade — e onde entra um convite digital.

Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Cartão de madeira clara numa bancada de carpinteiro, com serradura e um formão, e um telemóvel com o convite digital aberto.
Uma placa gravada cobra-se à peça, o envio paga-se por destino e a reimpressão aparece se a hora mudar. É isto que se paga de verdade — e onde entra um convite digital.

Estás a pedir orçamento para convites de madeira para bodas de 5 anos. Oitenta peças gravadas com os vossos nomes e a data de casamento. Voltam três valores: material, corte a laser e envio. E a hora do brunch ainda não está fechada.

A madeira aguenta a data como nenhum papel. Só que o orçamento não é um número — é uma soma de passos: peça, gravação, lixagem, embalagem e porte. Vale a pena abrir cada linha antes de dizer sim.

Convites de madeira para bodas de 5 anos: a gravação cobra-se à peça

O preço começa no material. Uma placa de choupo gravada com o vosso nome e a data não custa o mesmo que uma peça de nogueira cortada a laser em forma de folha. E o trabalho repete-se convite a convite: 80 peças são 80 gravações, não uma só dividida por todos.

  • Preço por peça: pergunta quanto desce o valor unitário conforme a quantidade e se existe pedido mínimo.
  • Corte e gravação: separa no orçamento o que é material, o que é máquina e o que é acabamento.
  • Envio e embalagem rígida: conta um porte por destino, não por convite.
  • Custo de reimpressão: o que acontece se mudar a hora, o lugar ou um apelido depois de encomendar.

O envio pesa mais do que a madeira

Uma placa gravada viaja como encomenda com embalagem rígida. O porte paga-se por envio e por peso, não por convite: uma lista espalhada por três países são três envios. E cada nome escrito à mão no envelope acrescenta tempo de oficina, que também se fatura.

Falta a linha que quase ninguém mete na conta: a mudança. Se o brunch passa das 13h00 para as 12h00, a madeira já está gravada e pagas outra vez corte, gravação e envio. Não há forma de corrigir uma placa sem repetir o processo todo.

A lista de convidados manda na conta

Em madeira, cada nome novo é uma peça nova. Passar de 60 para 85 convidados em março sobe a fatura, mesmo com o desenho igual. Num convite digital da Send The Joy, o preço é 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição, e o número de convidados não muda a conta: todos abrem o mesmo link. Partilha-se por WhatsApp, email ou QR, e confirma-se pelo telemóvel sem instalar nenhuma app.

Cartão de madeira clara numa bancada de carpinteiro, com serradura e um formão, e um telemóvel com o convite digital aberto.
Uma placa gravada cobra-se à peça, o envio paga-se por destino e a reimpressão aparece se a hora mudar. É isto que se paga de verdade — e onde entra um convite digital.

A madeira grava a data. Um link grava a data, a hora, o lugar e o mapa — e continua a corrigi-los depois de enviado.

Send The Joy

Num convite digital, mudar a hora, o lugar ou o mapa não obriga a reenviar nada: o link é o mesmo e os convidados veem a versão atualizada. No Joy Studio editas os textos no navegador, com vista prévia ao momento, e podes subir até 6 fotos próprias que se encaixam sozinhas na moldura. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, com as perguntas que configurares. A conta que fecha é esta: link para toda a lista e umas quantas peças de madeira para quem as vai guardar a sério — pais, avós, testemunhas. Podes experimentar grátis, editando a capa do convite sem pagar, e publicar com um botão. Deixa o orçamento dos 5 anos para o jantar.

Escrito por

Send The Joy

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