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Convites para bodas de ferro: o preço real do jantar
Uma mesa de oito pessoas, um menu por cabeça e um link que faz o trabalho dos envelopes. Veja o que entra nos 29,99 € de um convite digital.
Send The Joy · 3 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São seis anos de bodas de ferro. Alguém escreve no grupo: «jantamos no sábado?». Começa logo a confusão: uma pessoa confirma e depois desaparece, outra pergunta a hora três vezes, uma terceira quer levar o filho. Antes de haver mesa reservada, já ninguém sabe quantos são.
Numa cena de seis anos, a festa é uma mesa, não um salão. Quanto mais tarde se fecha o número de lugares, mais caro fica tudo: o restaurante, o menu, o vinho. E há uma parte que quase ninguém põe no orçamento — avisar, confirmar e voltar a avisar quem não respondeu à primeira mensagem. Isso não é dinheiro, mas também cansa.
A conta real de um jantar de bodas de ferro
O que se paga não é o convite, é a mesa. Contem primeiro as cadeiras — oito, dez, catorze —, porque é esse número que decide quase tudo o resto. Um menu de três pratos para catorze pessoas não custa o mesmo que para oito, e o restaurante só fecha a reserva quando sabe quantos pratos vai servir. O número de cadeiras é a primeira decisão, não a última.
- Cadeiras primeiro: oito, dez ou catorze. É esse número que escolhe o lugar, o menu e o tamanho da mesa.
- O que fica de fora da conta: o espaço reservado, o menu por pessoa, o vinho e a sobremesa.
- A lembrança que cada convidado leva para casa, multiplicada por cada lugar.
- As horas gastas a correr atrás de quem não respondeu à primeira mensagem.
O papel soma onde não olham
Imprimir arrasta design, papel, sobres e selos. Cada peça tem um custo unitário e esse custo multiplica-se por cada casa da lista.
Se a hora ou o lugar mudarem em cima da data, em papel é reimprimir ou avisar um a um por mensagem, à espera de que todos vejam. Se alguém vai guardar o convite numa gaveta, o papel faz sentido. Se só precisa de saber onde e quando é, é custo puro.

Seis anos de ferro celebram-se à mesa, não com um envelope.
29,99 € por convite: o que entra exatamente
É uma página web do evento, não um PDF nem uma imagem que se perde na conversa. Paga-se uma vez, sem subscrição. O convite aceita até 6 fotos vossas, música e um contador de caracteres que impede textos compridos de sair do ecrã. As cenas são encadeadas e personalizam-se uma a uma, e as perguntas do RSVP configuram-se ao vosso gosto. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada.
Dividir o preço por quem se senta
Com catorze pessoas à mesa, cada lugar custa pouco mais de dois euros. O convite partilha-se por WhatsApp, por mensagem ou por QR, e ninguém precisa de instalar nada: abrem o link, leem e respondem do telefone.
Se amanhã mudar o código de vestimenta ou a frase da capa, editam no editor do navegador e o link continua o mesmo. Nada de reenviar sobres nem de andar a perseguir respostas por mensagem.
Antes de fecharem a mesa, montem o convite. Escolham um design da coleção e testem à vontade: em modo de teste editam a capa sem pagar nada. Só quando estiver tudo a vosso gosto é que publicam, por 29,99 €, e as respostas começam a chegar à lista.
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