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Convites de bodas de estanho: 10 anos de casamento
Como escolher a data, a hora e a mesa dos 10 anos, e como enviar convites de bodas de estanho que se atualizam sozinhos sem reimprimir nada.
Send The Joy · 5 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Há dez anos assinaram o papel. Desde então houve duas mudanças de casa, um emprego novo para cada um e uma rotina que ninguém escolheu. Agora querem sentar quarenta pessoas à mesa e assinalar isso como deve ser. E aparece logo a primeira pergunta prática: onde é que cada um confirma que vem?
É aqui que os convites de aniversário de bodas de estanho deixam de ser um detalhe decorativo e passam a resolver o dia. Não é uma segunda boda. É o jantar de gente que já se conhece e não precisa de apresentações.
Convites de bodas de estanho: dez anos que dobram, não partem
O estanho é o metal dos dez anos: aguenta peso e dobra-se sem rachar. Serve de imagem para uma década que já passou por obras, empregos novos e horários diferentes. E serve de aviso. Se à boda foram 150 pessoas e hoje são 40, o número certo é 40. Não é uma versão reduzida de nada.
- Escolham o formato antes de pensar no menu: almoço de domingo em casa, jantar às 20h30 com os filhos ou jantar longo às 21h30 sem eles.
- Fixem quem faz o brinde e em que momento. O brinde dos dez anos não se improvisa às 23h45 com o microfone na mão.
- Ponham a hora no convite, não só o dia. É o dado que vos vão pedir mais vezes.
- Guardem um detalhe da boda e repitam-no: a mesma frase, a mesma música da primeira dança, a mesma sobremesa.
A data e a hora primeiro, o menu depois
Antes de fechar o dia, olhem para o calendário escolar e para os feriados. Um sábado de maio fecha-se em duas conversas; uma sexta-feira de agosto obriga a três chamadas e a mais uma semana de espera. Se houver convidados de outra cidade, o dia pesa mais do que o menu.
A hora escolhe-se a contar com quem vem. Com crianças, 20h30 e sobremesa às 22h. Sem crianças, 21h30 e último baile depois. E digam no convite se há lugar para os filhos: é a segunda pergunta mais frequente, logo a seguir à hora.

Dez anos não pedem uma versão reduzida da boda. Pedem a lista certa à mesa e uma hora que ninguém tenha de perguntar.
O convite envia-se uma vez e atualiza-se sozinho
Um convite digital de aniversário é uma página web do vosso evento, não um PDF nem uma imagem. Partilha-se com um link, um QR ou uma mensagem, e ninguém precisa de instalar nada: abre-se no navegador e responde-se do telefone. Se mudarem a hora do jantar, o lugar ou a frase, o link continua a ser o mesmo e os convidados veem a versão nova.
No editor escrevem o rótulo, os nomes, a data, a frase e o lugar, cada dado no seu campo, e podem acrescentar até 6 fotos vossas: uma da boda e outras destes dez anos. A música também se configura ali.
As confirmações ficam dentro do convite, não no chat
As respostas chegam dentro da própria página, numa lista ordenada. Não têm de reconstruir quem vem a contar "sim" e "talvez" entre duzentas mensagens de WhatsApp. Escolhem as perguntas que vão mesmo usar: quantas pessoas vêm, o nome de cada uma e uma frase para o livro de recordações.
Enviem o convite umas seis semanas antes e escrevam à mão a quem não respondeu ao fim de dez dias. Esse segundo aviso dão vocês, um a um.
Escolham o design, testem a capa de graça e escrevam os nomes e a data: veem o convite pronto antes de pagar seja o que for. Depois de publicarem, o mesmo link continua a servir mesmo que a hora mude em cima da hora.
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