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Convites de bodas de algodão: dois anos, zero gala

Como montar o convite das bodas de algodão sem cair na festa de gala: o que escrever, quantas fotos usar e porque o digital resolve bem isto.

Send The Joy · 3 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Depois de um jantar de dois anos: dois copos de vinho, um raminho de algodão e um telemóvel aceso na mesa.
Como montar o convite das bodas de algodão sem cair na festa de gala: o que escrever, quantas fotos usar e porque o digital resolve bem isto.

É terça-feira, quase meia-noite, e um de vocês manda uma mensagem ao outro: “já são dois anos”. Bodas de algodão. Não há salão alugado nem cartão em relevo. Há dois pratos na mesa, uma garrafa aberta e uma dúvida que nenhum dos dois resolve sozinho: como é que se convida alguém para isto?

As bodas de algodão são o segundo aniversário de casamento, e não pedem uma festa de duzentas pessoas. O que se celebra é o dia a dia: uma chamada curta, um café numa quinta-feira, uma mensagem às 23h. O convite, seja para um jantar em casa, seja para um fim de semana fora, tem de soar a isso: a uma mesa, não a uma gala.

Dois anos não pedem gala, pedem mesa

Antes de escreverem o que quer que seja, decidam o plano real: jantar em casa, o restaurante onde se conheceram, uma escapadela de fim de semana. O texto vem depois, e assim cada palavra encaixa no que vão viver em vez de descrever uma festa que não vai acontecer.

  • O rótulo: “Os nossos dois anos” ou “Bodas de algodão”. Curto e legível num telemóvel.
  • A frase que só vocês dois entendem, escrita na primeira pessoa.
  • Data, hora e nome exato do local, sem abreviaturas que ninguém depois se lembra.
  • Se celebrarem com outros casais, um rótulo como “tragam a vossa história” funciona melhor do que um código de vestimenta rígido.

O rótulo nas bodas de algodão faz mais trabalho do que a decoração

O campo do rótulo — “Os nossos dois anos”, “Bodas de algodão”, “Continuamos aqui” — situa quem recebe em dois segundos, antes de ler mais nada. É pouco espaço para muita coisa, e é precisamente por isso que funciona.

A frase é o lugar do que é vosso. “Continuamos a escolher-nos às terças” diz muito mais do que um “obrigado por nos acompanharem”, que servia para qualquer casamento. E uma data com hora exata e nome do local evita o clássico “a que horas era?”: “Sábado, dia 14, às 21h, no mesmo local onde brindámos há dois anos.”

Dois anos cabem em seis fotos

Escolham com critério: a foto do casamento, uma viagem, uma mudança de casa, um jantar de quarta à noite. O contraste entre a imagem oficial e a do dia a dia é o que faz sorrir quem recebe. Marquem qual é a foto de capa a pensar no ecrã de um telemóvel: se nesse tamanho não se percebe, não serve, por bonita que seja no computador. No editor, as fotos encaixam-se sozinhas na moldura e qualquer uma pode ser substituída mais tarde, sem voltar a enviar o convite.

Depois de um jantar de dois anos: dois copos de vinho, um raminho de algodão e um telemóvel aceso na mesa.
Como montar o convite das bodas de algodão sem cair na festa de gala: o que escrever, quantas fotos usar e porque o digital resolve bem isto.

Dois anos não pedem uma grande gala. Pedem um convite que soe a vocês.

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Confirmar sem andar atrás de ninguém no WhatsApp

As respostas chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada: veem quem vem sem abrir quarenta conversas. Configurem só as perguntas que vão usar de verdade, como com quantos vêm. Se alguém não responder, escrevem-lhe diretamente — não há lembretes automáticos, mas o link continua vivo com a versão atualizada para quem entrar mais tarde. Escolham um design, experimentem grátis e publiquem o link quando estiver tudo pronto: 29,99 EUR, pagamento único e sem subscrição.

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