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Convites de aniversário de namoro: o nome inventa-se
Inventem um nome para os vossos cinco anos, escolham as cenas do convite e recebam as respostas na própria página, sem perseguir ninguém por mensagem.
Send The Joy · 5 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Fazem cinco anos na próxima sexta. Não são bodas de prata, nem de nada que tenha um nome oficial. Um convite de aniversário de namoro também não vem com esse nome na caixa: vem a data, a história de vocês e um grupo de amigos que já perguntou três vezes o que vão fazer.
Podem despachar isto numa mensagem de grupo com dois emojis. Ou podem dar um nome à data, escolher as cenas que contam o que aconteceu e mandar um convite digital com um link onde cada um responde dali mesmo. É o que está aqui, por partes.
Convites de aniversário de namoro: o nome inventa-se
Cinco anos não são bodas de nada, e é isso que deixa o campo livre. O nome é de vocês, desde que signifique alguma coisa para quem o lê. Se só fizer sentido para os dois, melhor sinal. Costuma estar num de três lugares: uma rua (a casa onde se conheceram), um objeto (os bilhetes do primeiro cinema, a chave do primeiro apartamento) ou uma frase que repetem sem dar por isso. Escrevam-no na capa do convite digital: é a primeira coisa que aparece e marca o tom de tudo o que vem depois.
- Os Cinco da Mesa da Cozinha — se se conheceram num jantar em casa de um amigo e acabaram a lavar a louça juntos.
- Aniversário de Poltrona — se a primeira ida ao cinema ainda tem dois bilhetes guardados numa gaveta.
- Cinco Verões, Uma Varanda — se passam as férias sempre no mesmo lugar e é lá que se sentem em casa.
- O Nome Que Só Vocês Usam — se existe essa palavra inventada entre os dois, é ela que vai na capa.
Três cenas que transformam o convite numa história
Um convite digital não é um cartão com texto em cima. É uma página com cenas encadeadas, e cada cena leva uma foto e uma frase. Em vez de escrever 'celebramos cinco anos', mostrem três momentos. A primeira é a cena do umbral: uma foto da primeira vez que foram juntos a algum lugar — o primeiro concerto, a primeira viagem —, com a data exata e uma linha curta por baixo. 'Foi aqui que começou a contar' chega.
A segunda é a cena da mesa: aquele jantar que repetem todos os anos, com o nome do restaurante ou o prato que pedem sempre. A terceira é a cena do brinde: um texto que convida todos a levantar o copo a uma hora certa, às dez da noite, por exemplo, para quem estiver longe brindar no sofá ao mesmo tempo. Quem abre o convite vê as três cenas seguidas, como uma história.
A parte prática: como fazer todos responderem
Mandam o link por mensagem e cada pessoa abre no navegador — não há nada para instalar. As confirmações ficam dentro do próprio convite, numa lista ordenada. Se quiserem saber quem fica para o jantar e quem aparece só para o brinde, acrescentem essa pergunta ao formulário de confirmação antes de publicar. Assim não andam a correr atrás de ninguém.

Cinco anos não precisam de bodas para ter nome. Precisam de uma história que os convidados reconheçam à primeira vista.
Ideias para celebrar cinco anos sem bodas pelo meio
Se querem juntar gente, há planos que funcionam sem salão e sem bodas: um jantar em casa com os amigos de sempre, em que cada um traz uma foto de vocês destes cinco anos e as fotos acabam num mural na parede; uma viagem curta de fim de semana, com um almoço no domingo para quem fica; ou uma festa com o tema cinco, em que cada convidado traz cinco coisas — cinco músicas para uma playlist, cinco tapas, cinco histórias. O convite digital serve para os três: é uma página de vocês, com o nome que inventaram, até 6 fotos, música e as confirmações no fim. Custa 29,99 euros, uma vez só, e pode ser editado depois de enviado. Inventem o nome e publiquem.
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