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Aniversarios de casamento
Convites de aniversário de casamento: jantar em casa
Uma mesa de aniversário de casamento resolve-se com dois dados fechados: quantos são e o que traz cada um. Aqui fica a etiqueta mínima, sem perseguir ninguém.
Send The Joy · 30 de setembro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam dois dias para o jantar de aniversário de casamento. A mesa redonda da sala leva seis pessoas. Uma amiga confirmou na quinta, outra escreveu «acho que vamos os três», um casal ainda não respondeu. Agora são nove, o assado foi pensado para seis e ninguém sabe se o jantar é às nove ou às nove e meia.
Um jantar de aniversário de casamento em casa não precisa de protocolo nenhum. Precisa de dois dados fechados: quem vem e o que traz cada um. Convites para aniversário de casamento com jantar em casa servem para isso — uma página com link próprio, que cada convidado abre no telefone, sem instalar nada, e responde ali mesmo.
O número de cadeiras manda mais do que a decoração
Antes de escolher a toalha, contem as cadeiras. Com seis pessoas cabe a mesa redonda da sala. Com doze, é preciso levar a mesa para a sala de jantar e pedir duas cadeiras emprestadas. O «depois vemos quem aparece» é o que estraga a conta: quem cozinha para oito e recebe onze percebe-o quando já está tudo sentado.
- Fechem o número dois dias antes: 8 adultos e 2 crianças, com nome, não «os meninos».
- Peçam uma resposta por pessoa. Cinco «acho que vamos» ocupam sete cadeiras que não existem.
- Contem as cadeiras antes de contar as pessoas: duas emprestadas resolvem-se com um telefonema.
- Se a panela foi pensada para oito, não estica para onze. Isso é a diferença entre um jantar e um remendo.
A hora escreve-se, não se improvisa
«Por volta das nove» quer dizer que às 21h30 ainda há alguém a estacionar. Escrevam a hora no próprio convite: «abertura às 21h00, sentamo-nos às 21h30». Há margem para quem chega e o assado não fica à espera.
A hora no convite, e não numa mensagem solta, evita o clássico «afinal era às nove ou às nove e meia?». E se o jantar abre com um brinde antes de nos sentarmos, digam-no: há convidados que chegam à mesa à hora certa e não percebem porque é que todos já têm copo na mão.

Cada convidado só precisa de saber três coisas: a hora, o lugar e o que se espera dele.
O «levo alguma coisa?» responde-se uma só vez
Decidam uma regra simples e escrevam-na: «o vinho é nosso; se quiserem trazer algo, uma sobremesa para partilhar». Fica respondido no convite, em vez de dez conversas separadas.
Quando o jantar é dividido, deixem escrito quem traz o quê: «Marta, salada; Luís, pão e gelo». É a maneira mais rápida de não acabar com duas sobremesas iguais e nenhum pão na mesa. E sejam concretos com o que não serve: se não há espaço para guardar três bolos, peçam uma garrafa ou umas flores.
Se for surpresa, o grupo certo é metade do trabalho
Se o jantar é surpresa para o casal, avisem só os convidados. A surpresa cai sempre por uma mensagem enviada no grupo onde está a pessoa homenageada. E se houver código de vestimenta — «venham confortáveis» não é o mesmo que «nada de chinelos» — escolham um e digam-no antes, não à porta.
Mudar a hora no próprio dia não estraga nada: editam o convite e todos veem a versão atualizada, sem reenviar nada. As confirmações chegam dentro da mesma página, por ordem, e a lista das cadeiras lê-se no mesmo sítio onde está a lista da compra. Um convite digital custa 29,99 EUR, pago uma vez, e resolve isto numa tarde.
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