Aniversarios
Convites de aniversário anos 90: a cassete volta
Cara A para a chegada e o bolo, cara B para o baile: ideias para convites de aniversário anos 90 com cassete, VHS e neon, e um convite digital que toca música ao abrir.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Na gaveta lá de casa há sempre uma cassete com um nome e uma data escritos à mão. Se estás a preparar uma festa com tema dos 90, essa cassete é o melhor ponto de partida. Andas a ver ideias para convites de aniversário anos 90 e já percebeste que o convite decide o tom antes de tudo o resto: antes da playlist, antes do bolo, antes de saber quem leva o gelo.
A ideia é esta: o convite não é um cartão com letras gordas. É a primeira peça da festa. Se o tema é a década do VHS, do disquete e do Tamagotchi, o próprio convite tem de se comportar como esses objetos: abrir, dar play e mostrar alguma coisa.
A cassete não se imprime: reproduz-se
Esquece a cassete colada como decoração. Funciona melhor como estrutura. A etiqueta escrita à mão leva o nome e a data, e é isso que aparece primeiro. Num convite digital, essa etiqueta pode ser a capa e pode tocar uma música quando alguém abre o link. As faixas também trabalham: cara A para a chegada e o bolo, cara B a partir do momento em que as pessoas se levantam para dançar.
- Etiqueta de cassete escrita à mão com o nome de quem faz anos, a data e a hora.
- A lista de faixas como programa da noite: cara A para a chegada e o bolo, cara B para o baile.
- Um convite digital abre-se no telemóvel, sem instalar nada, e a música que escolheste toca logo ao abrir.
- Se a hora mudar, o link é o mesmo e os convidados veem a versão atualizada. Não reenvias nada.
VHS, disquete e Tamagotchi: escolhe um só ícone
O erro mais comum é querer os três ao mesmo tempo. Uma cassete, uma caixa de VHS, um disquete, um Tamagotchi e ainda uns óculos coloridos: o convite fica com ar de loja de lembranças. Escolhe um. E constrói tudo à volta dele.
Se escolheres o VHS, a capa leva o título da festa e a «hora de emissão». Se preferires o disquete, a etiqueta serve para o dress code: «denim e brilho» ou «camisa de flanela aberta sobre t-shirt de banda». Com o Tamagotchi, o ecrã mostra a contagem decrescente até ao dia. Nenhuma destas peças precisa de ser perfeita: precisa de se ler bem num ecrã pequeno, com dois tons fortes e uma tipografia de píxeis só no nome e na data.

Um convite dos anos 90 não se lê: abre-se e dá play.
Neón, quadros e píxeis: o visual do teu convite de aniversário anos 90
Dois tons chegam. Preto com rosa neón, ou roxo com verde ácido, e nada mais. Guarda a tipografia de píxeis para o nome e a data; o resto em letra simples, porque ninguém lê um convite com dor de cabeça. Um fundo de quadrados, como os guardanapos de papel das festas de garagem, funciona se o contraste for baixo: os quadrados aparecem e o texto continua legível.
Playlist, dress code e confirmações vão dentro do convite
Antes de escolheres a fonte em píxeis, resolve as três coisas que os convidados vão procurar: a música, o que vestir e até quando respondem. Num convite digital, as confirmações chegam em lista dentro da própria página, com as perguntas que configuraste: quem vem, quantos são e quem fica para o baile. Se a hora ou o local mudarem, editas e o link continua o mesmo. Escolhe um ícone noventista, experimenta o design de graça e publica. Custa 29,99 EUR, é pagamento único e não há subscrição. Depois é só pôr a cassete a tocar.



