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Convites de aniversário de 60 anos em três fotos

Uma caixa de fotografias antigas, três que chegam para a capa e o resto pelas cenas. Um convite de 60 anos que se corrige depois de enviado.

Send The Joy · 1 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Mesa de cozinha ao fim da tarde: fotografias de família em papel, um telemóvel encostado a um copo e óculos ao lado.
Uma caixa de fotografias antigas, três que chegam para a capa e o resto pelas cenas. Um convite de 60 anos que se corrige depois de enviado.

Tens uma caixa de sapatos com fotografias em casa da tua mãe. Metade a preto e branco, outras com o tom alaranjado dos anos oitenta. O 60.º aniversário já tem data e ainda não enviaste nada, porque nenhum cartaz comprado diz o que queres dizer. Com três dessas fotografias fazes um convite de aniversário de 60 anos que abre no telemóvel de cada convidado.

Não precisas de saber desenhar. Escolhes um modelo, escreves os dados em campos separados — rótulo, nomes, data, frase e lugar — e vês tudo a mudar no ecrã ao mesmo tempo. O contador de caracteres impede que a frase da capa cresça até virar um bloco que ninguém lê num ecrã pequeno.

Convites de aniversário de 60 anos que cabem em três fotos

Começa pela fotografia mais antiga que tenhas em papel. Fotografa-a com o telemóvel, carrega-a e marca-a como capa: encaixa sozinha dentro da moldura. Ao todo podes usar até seis fotografias — uma de capa e as restantes distribuídas pelas cenas.

  • A mais antiga que exista em papel: fotografa-a com o telemóvel, carrega e marca como capa.
  • Uma do tempo do trabalho ou do bairro, para se notar a década a passar.
  • Uma recente: à mesa de casa, no quintal ou com os netos.
  • Se amanhã uma não te convencer, substituis sem tocar no link que já mandaste ao grupo.

Uma linha do tempo com cinco marcos, não um currículo

Escolhe cinco momentos e deixa o resto de fora: o ano de nascimento, o bairro, o ofício, a viagem que ficou por fazer e o primeiro almoço com a família toda sentada. São cenas encadeadas — cada uma com textos e fotografias próprios.

Dá a cada cena duas ou três palavras, como «Os anos da oficina» ou «A casa da praia». Lê-se de um olhar. É para isso que serve o contador de caracteres: para a frase não crescer até virar um parágrafo.

O que o convite diz sem adornos

Data, hora e lugar com a morada exata. Se o sítio for complicado, acrescenta o mapa e ninguém tem de te ligar a perguntar como se chega. O código de vestuário numa linha que se entenda: «à vontade, vamos jantar devagar» diz mais do que «elegante desportivo». As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e podes configurar as perguntas do formulário. Não prometas recolher preferências de menu: o formulário não faz isso.

Mesa de cozinha ao fim da tarde: fotografias de família em papel, um telemóvel encostado a um copo e óculos ao lado.
Uma caixa de fotografias antigas, três que chegam para a capa e o resto pelas cenas. Um convite de 60 anos que se corrige depois de enviado.

Sessenta anos não cabem num cartaz. Cabem em três fotografias e num link que se corrige depois de enviado.

Send The Joy

Manda o link ao grupo da família. Cada convidado abre no navegador, sem instalar aplicações nem criar contas. Para quem não olha para o telemóvel — os avós, por exemplo — imprime três ou quatro cópias com o QR do convite: o convite é digital, não imprime nem envia papel. Abre o editor, prova a capa grátis e numa tarde tens isto pronto. Custa 29,99 EUR por convite, pagamento único, sem subscrição. E se depois mudares a hora ou uma fotografia, o link continua o mesmo.

Escrito por

Send The Joy

Equipo editorial

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