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Convite de formatura de pós-graduação: não é casamento
Um convite de formatura de pós-graduação não é um casamento. O que escrever, onde colocar cada dado e como receber as confirmações sem andar atrás de ninguém.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

A defesa ficou marcada para uma quinta-feira. À noite, no grupo da família, uma tia perguntou se «é preciso vestido longo» e um primo quis saber se o jantar era no mesmo sítio da cerimónia. Nenhuma dessas perguntas tem a ver com o curso. Um convite de formatura de pós-graduação bem feito responde a todas antes de serem feitas.
Não é um casamento, e também não é uma festa de aniversário. É o fim de um mestrado, de um doutoramento ou de uma especialização — e isso muda o que se escreve, onde se escreve e como as presenças se confirmam.
O título da formatura de pós-graduação vai na capa, não no rodapé
Quem abre o link percebe em três segundos o que se celebra e de quem. «Formatura do Mestrado em Ciência de Dados» diz isso; «Festa!» não diz nada. Nome e titulação são dados diferentes e não se substituem um ao outro: «Marta Silva» é uma pessoa, «Mestrado em Engenharia Civil» é o que ela acabou de concluir. Se a turma é internacional, o conteúdo do convite configura-se por idioma — espanhol, inglês, catalão, francês, italiano, português e alemão — para ninguém receber um texto que não entende.
- O rótulo completo: «Formatura do Mestrado em Gestão», e não um «Vamos celebrar!» que não diz nada.
- Nome e titulação em campos próprios: um não substitui o outro.
- A instituição ou o curso, se nesse dia se formarem várias pessoas.
- O idioma do texto, se houver convidados que não falam português.
Data, hora e local: os três dados juntos
Numa só linha: «Sábado, 14 de junho, 19h30, Auditório do campus». Repartidos por três ecrãs, acabam a render mensagens na véspera. O mapa com o ponto exato poupa telefonemas a quem vem de fora. E se a sala mudar, edita-se e todos veem a versão corrigida — o link continua o mesmo.
Se houver sessão solene e jantar, digam-se os dois: «Sessão solene às 11h00 no campus, jantar às 20h00 no restaurante X». Um convite, dois momentos, nenhuma dúvida sobre a que parte cada pessoa foi convidada.

Um convite de formatura de pós-graduação diz o curso, o dia, o sítio e o que vestir — tudo antes de alguém ter de perguntar.
Não é um casamento, e diz-se numa linha
Uma frase resolve: «Não é casamento: celebramos o mestrado da Marta». Sem ela, alguém assume vestido longo e envelope. O código de vestuário dito em palavras normais funciona melhor do que «traje formal»: «camisa e casaco» ou «o que levarias a um jantar com a equipa» chega perfeitamente. E quem convida é o formando e a família, não um casal: o texto fala de um curso terminado, não de «nós dois».
As confirmações ficam dentro do convite
Configuram-se duas ou três perguntas — «Vai?», «Quantos são?», «Fica para o jantar?» — e as respostas chegam numa lista ordenada dentro do próprio convite. Ninguém tem de perseguir ninguém pelo WhatsApp. Quem confirma fá-lo no mesmo link, do telemóvel, sem instalar aplicação nenhuma: basta um telemóvel, um tablet ou um computador com ligação, porque é uma página web e não um PDF nem uma imagem.
Com o rótulo certo, os três dados juntos e as confirmações numa lista, o dia da formatura vive-se em vez de se gerir. O convite digital da Send The Joy custa 29,99 EUR, paga-se uma só vez e publica-se com um botão.
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