Casamentos
Convite digital de casamento: onde fica a hora do transporte
No convite digital de casamento, a hora do transporte não vai no fim: vai onde ninguém a ignora, com a paragem descrita e a hora de volta à vista
Send The Joy · 15 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

O autocarro sai às 17:30 e a cerimónia é às 18:00. As duas horas estão no convite digital, mas cada uma no seu ecrã. Metade da família lê só uma. Às 17:20 tens o telefone a tocar e alguém a perguntar se o autocarro já passou. O problema não é a informação: é o sítio onde a puseste. Tratar bem o transporte no convite digital de casamento é isto — pôr os dados onde ninguém os salta.
Aqui vais ver onde fica a hora do autocarro, como descrever a paragem e como escrever a hora de volta. Podes escolher um design da coleção, montar o teu convite digital no editor do navegador e enviá-lo hoje mesmo, sem esperar por impressão nem por envelopes.
A hora do transporte no convite digital: em cima, não no fim
Se o autocarro sai às 17:30 e a cerimónia é às 18:00, as duas horas vão na mesma frase: «17:30 saída do autocarro · 18:00 cerimónia». Separadas em dois ecrãs, há sempre quem leia só uma. E o dado do transporte vive na cena da cerimónia ou numa cena própria logo a seguir, nunca no último ecrã: quem abre o link no telemóvel enquanto veste os filhos não chega ao fim da página.
- Hora com minutos exatos: «17:30», não «a meio da tarde» nem «por volta das cinco».
- Dois pontos de recolha? Cada um com o seu nome e a sua hora. «Autocarro às 17:30», sozinho, garante três chamadas.
- A informação do transporte fica na cena da cerimónia ou numa cena própria logo a seguir, nunca na última.
- Se também se pode ir de carro, diz exatamente onde se estaciona. Se o caminho é de terra, avisa antes de alguém aparecer com o carro lavado.
Como indicar a paragem e a hora de volta num convite digital
«Paragem do autocarro» não é uma morada. Escreve «Porta do Pavilhão, junto ao quiosque da praça» e junta uma referência que exista hoje: a farmácia, o café da esquina, a paragem do 12. O mapa ajuda, mas o nome é que manda — se o pino cai numa rotunda sem nome, o convidado acaba a ligar aos noivos.
Depois, uma linha por opção: autocarro de ida, autocarro de volta, carro próprio. Na volta, se só há um autocarro, escreve «uma única saída»; se há dois, hora a hora, sem «depois logo se vê». E deixa o nome e o telefone de quem responde nesse dia: «Dúvidas no dia: Marta, 600 000 000». É o tipo de detalhe que distingue convites digitais que funcionam de um texto bonito que ninguém lê até ao fim.

Num convite digital, mudar a hora não obriga a reenviar nada. Editas o transporte, o link fica o mesmo e todos os convidados veem a versão certa.
Muda a hora e o link continua o mesmo
Se a empresa de autocarros muda a volta das 23:30 para as 00:00, editas o texto no editor e o link continua o mesmo: não há sobres para reimprimir nem um PDF antigo a circular pelo grupo com a hora velha. Os convidados abrem o link no navegador, sem instalar nenhuma app, e as confirmações chegam dentro da própria página. Se a avó não usa telemóvel, imprime duas ou três cópias do texto do transporte — mas o papel não se atualiza e o link sim, por isso o link é que manda. Com um convite digital da Send The Joy (29,99 EUR, pagamento único) tens exatamente isso: mudas o transporte e o link é o mesmo para todos.



