Cha revelacao
Convite digital para revelação de género com votação
Um convite digital para revelação de género com votação recolhe os votos na própria página: cada convidado vota do telemóvel e tu lês o resultado numa lista ordenada
Send The Joy · 10 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

A revelação de género está marcada para sábado, às seis. Fazes o convite, mandas o link para o grupo da família e dez minutos depois tens trinta mensagens: «é menino ou menina?», «onde é que se vota?», «e eu, como voto?». A meio da conversa alguém escreve «menino», outra pessoa escreve «menina» e a votação deixa de existir. Um convite digital resolve isto à nascença: escolhes um design do catálogo, escreves os teus dados no editor e envias o link no mesmo dia.
O que muda é onde a votação vive. Não vive num chat: vive na própria página do evento, ao lado da confirmação de presença. Quem abre o link vota ali, e tu lês tudo numa lista ordenada em vez de andares a contar reações no WhatsApp.
A votação de revelação de género arranca na capa do convite digital
O primeiro dado que o convidado lê não é a hora nem o sítio: é o rótulo da capa. Escreves «Menino ou menina? Vota até sábado» e ninguém precisa de perguntar de que é a festa. O rótulo é um campo próprio no editor, com contador de caracteres para não passar do espaço, e a pré-visualização mostra no telemóvel como vai ficar antes de publicares.
- Um só link no grupo familiar substitui quarenta mensagens de «e eu, como voto?». Abre-se no navegador do telemóvel, sem instalar nenhuma app.
- Põe o prazo ao lado da data real: «votos até 12 de abril, 20h». A própria página marca o ritmo.
- A pergunta fica na capa, quando o convidado ainda está a perceber de que é a festa.
- Quem abre o link às onze da noite encontra as mesmas perguntas que quem o abriu na segunda-feira.
Cinco formatos de votação para a revelação de género
Não tens de inventar nada de novo. As perguntas do formulário de confirmação são configuráveis, e «menino ou menina?» mais «como te chamas?» bastam para saberes quem vota e a quem estás a falar. Estas cinco formas cabem todas na mesma página:
Boletim de cor: uma pergunta só, azul-claro ou rosa, e o resultado lê-se como um marcador de duas casas. Voto às cegas: ninguém vê o voto do lado até tu abrires o resultado com o nome escolhido. Aposta amigável: quem acertar abre o primeiro brinde, e dizes isso na cena «Cena longa». Voto por cena: a pergunta vive na última cena, «Último baile», para se responder mesmo antes de fechar o convite e não três semanas antes. E a dupla pergunta, que junta o voto ao nome de quem votou.

A votação não é um extra do convite: é a primeira coisa que o convidado faz na página.
O resultado chega numa lista e o link não muda quando mudas a data
Cada confirmação cai dentro da mesma página, em lista ordenada: sabes quem vem e o que votou sem abrir o WhatsApp. E se passares a revelação de domingo para sábado, editas depois de enviar. O link continua o mesmo — muda a hora, o lugar, o mapa ou a frase da capa, e quem abrir vê a versão atualizada. Não há envelope corrigido nem mensagem de «perdão, era outro dia». Se trocares uma foto pela ecografia nova, o marco encaixa-a sozinho; podes ter até seis fotos, marcar qual é a da capa e substituir qualquer uma mais tarde.
Porque é que aqui um convite digital é a ferramenta certa
Não é um PDF nem uma imagem: é uma página web do teu evento, com cenas encadeadas onde a votação e o RSVP convivem no mesmo sítio. Custa 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição, e a página está em sete idiomas, por isso a família que vive fora vota no idioma dela. Com honestidade: não imprime papel. Se alguém quiser guardar uma recordação, o sensato é link para todos e umas quantas cópias impressas; e cada convidado precisa de um telemóvel, tablet ou computador com ligação. Escolhe um design, experimenta grátis e publica o teu convite digital por 29,99 EUR.



