Cha revelacao
Convite digital para revelação de género na praia
Um convite digital para revelação de género na praia resolve a hora da maré, o ponto de encontro e o código de vestuário. Vê o que escrever em cada campo
Send The Joy · 25 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São 17h40, a maré está a subir e o acesso 12 fica mais estreito a cada minuto. Duas semanas antes, o convite digital para a revelação de género na praia já tinha saído com a hora certa, um mapa que abre no telemóvel e uma frase que ninguém discute: «todos de branco, o rosa ou o azul pomo-lo nós». Um convite assim cria-se e envia-se hoje mesmo a partir do catálogo de convites digitais: escolhes o design, escreves os dados, publicas e o link fica pronto.
O que se decide antes do design é menos bonito e mais útil: a hora da maré, o sítio exato onde se solta o fumo e a frase que evita que alguém apareça de azul-claro por iniciativa própria.
O convite digital decide a cor antes da tipografia
A base é neutra — areia, osso, azul-marinho — e o rosa ou o azul só entram no momento da revelação. Isto vale para o botão de confirmar, para a barra do topo e para o ícone do mapa. Se a própria página dá a pista, a revelação deixa de existir. E se a família insistir em saber, guarda a ecografia para a areia, virada para baixo: gira-se lá, à frente de todos.
- Base neutra: areia, osso ou azul-marinho. O rosa e o azul ficam para o momento da revelação.
- Código de vestuário escrito sem rodeios: «todos de branco, a cor pomo-la nós às 18h40».
- Nem o botão de confirmar nem o ícone do mapa denunciam a cor.
- A ecografia vai para a areia virada para baixo e gira-se lá, não no grupo de WhatsApp da família.
O que os melhores convites digitais para revelação de género na praia não podem esquecer
Adianta o prático antes das fotografias: «pés descalços, tragam toalha e água, não há sombra». Marca o fim — «às 20h30 arrumamos e seguimos para a esplanada do porto» — e diz o que não se leva para a areia. É esta informação que evita a mensagem de última hora a perguntar se há cadeiras.
A hora manda-a a maré, não o catering
Antes de escrever a hora, olha para a tabela de marés. Uma cheia às 17h00 tira-te a areia onde contavas soltar o fumo. Aponta para a hora dourada, os quarenta minutos antes do pôr do sol, e dá uma janela de trinta minutos: na praia ninguém chega à hora certa com um bebé ao colo.
O ponto de encontro tem de ter nome real — «acesso 12, junto à torre do salva-vidas» — e um link de mapa que abra no telemóvel. Se na véspera o vento obrigar a mudar a hora, editas no editor, publicas, e o mesmo link mostra a hora nova. Não há quarenta mensagens para reenviar.

A hora da revelação não se combina com os convidados: combina-se com a maré. O convite só tem de a mostrar certa.
Plano B: quando o vento muda a hora, muda-se o link
As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada: sabes quantas toalhas e quantas cadeiras levar sem andar a correr atrás de respostas. Os convidados abrem o link no navegador, sem instalar nada, e podes subir até seis fotos tuas — o guarda-sol, o bolo, a camisola — que se encaixam sozinhas. Depois da festa, trocas a capa pela fotografia real e quem voltar a abrir vê a revelação no mesmo sítio. Quando tiveres a hora da maré e o ponto de encontro, escolhe o design e testa a capa de graça antes de pagar: 29,99 EUR, pagamento único, e o link continua a ser o mesmo mesmo que mudes tudo na véspera.



