Cha revelacao
Convite digital para revelação de género no iate
Convite digital para revelação de género num iate: decides o que se iça, a que horas e de que pontão, publicas o link e as confirmações chegam dentro da própria página
Send The Joy · 9 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

O iate está atracado no fim do pontão, a bandeira ainda enrolada no mastro de popa e quarenta pessoas vestidas de branco à espera de saber se é menino ou menina. Uma revelação de género num iate não se resolve com confete: resolve-se com uma hora bem escolhida, com algo que se abra devagar e com um convite digital que chegue a todos antes de o barco zarpar. Podes criar e enviar o teu hoje mesmo a partir do catálogo.
O que decide o dia não é o tamanho do barco. É a hora a que a luz baixa, o que se iça no mastro e se cada convidado sabe a que pontão ir. Tudo o resto é decoração.
A revelação de género a bordo decide-se pela luz
Se o iate zarpa às 18h00 no verão, guarda o momento do izado para as 19h30. Com o sol baixo, o azul e o rosa leem-se do cais e as fotografias não ficam estouradas. Fecha a hora só depois de veres a previsão do vento: com rajadas, a bandeira enrola-se no mastro e o fumo sai torto em todas as imagens.
- Separa a hora de embarque da hora de zarpar na descrição do evento: quem chega às 18h05 com o barco já na bocana perde a revelação inteira.
- Confirma a maré e o vento no dia anterior. Com rajadas fortes, o pano enrola no mastro e o fumo de cor vai todo para o lado.
- Marca o izado às 19h30 num fim de tarde de verão, com o sol baixo: a cor lê-se melhor e ninguém precisa de flash.
- Combina com o capitão quem iça e quem dá o sinal. Duas pessoas a puxar ao mesmo tempo abrem a bandeira devagar e dão tempo ao grito e à fotografia.
O que se iça quando a bandeira é o anúncio
A bandeira de tecido no mastro de popa é o que dá mais tempo de imagem: abre-se devagar, vê-se do cais e não suja a teca. O fumo de cor funciona melhor lançado de proa e convém pedir autorização ao porto antes. Se o dia estiver sem vento, o sobre lacrado que o capitão abre antes de zarpar é o plano B.
Escolhe uma coisa só. Bandeira e fumo ao mesmo tempo, com o mar azul de fundo, é informação a mais na mesma fotografia.

A revelação dura vinte segundos. Aquilo que preparas antes é o que faz esses vinte segundos funcionarem.
A cor antes da tipografia
Branco ou linho cru para os convidados e a cor guardada só para o que se iça: o mar já é azul, por isso rosa e azul juntos anulam-se na mesma imagem. Se ninguém quiser desvendar nada, escolhe um neutro — areia, verde-salva — para a mesa do porto. E escreve no convite que em teca se anda descalço ou com sola mole: uma sola preta deixa marca precisamente onde se faz o brinde.
O convite digital embarca todos, mesmo quem chega tarde
Com um convite digital, o link leva o nome exato do pontão e abre o mapa com um toque: «Marina, pontão 4» não se perde entre sessenta mensagens de WhatsApp. Se o vento obrigar a mudar a hora ou o ponto de saída, editas a mesma página e os convidados veem a versão nova — não há nada para reenviar nem para reimprimir. As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada, e tu sabes quem sobe a bordo sem andar a perseguir respostas. Custa 29,99 EUR, é pagamento único e faz-se no navegador, sem instalar aplicações. Cria o teu hoje e publica o link assim que o pontão estiver confirmado.



