Cha revelacao
Convite digital para revelação de género num castelo
Convite digital de revelação de género no castelo: código de vestuário medieval, hora do estouro do confete e RSVP no mesmo link
Send The Joy · 9 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Faltam três dias para a revelação de género (no Brasil, chá revelação). O castelo está reservado, o dragão de madeira já está montado no pátio e o canhão de confetes está carregado. É aí que começa o festival de mensagens: «Vou de saia ou de cota de malha? Onde deixo o carro? A que horas dispara o dragão?» As mesmas perguntas, quarenta vezes. Um convite digital responde a todas: escolhes um design do catálogo, editas a capa e envias o link hoje mesmo.
Não é um PDF nem uma imagem: é uma página própria do evento, que abre em qualquer navegador do telemóvel. O código de vestuário, a hora do estouro, o mapa com a porta certa e as confirmações ficam no mesmo sítio. Se algo mudar à última hora, corrige-se no link e todos veem a versão atualizada.
O código de vestuário avisa-se antes de atravessar a ponte
Quem lê «estilo medieval» veste o que tem à mão. Quem lê «capa, coroa ou cota de malha» sabe exatamente o que tirar do armário e o que pedir emprestado. Escreve isso como uma ordem de corte, com a mesma clareza com que escreves a hora. E junta os pormenores que evitam mensagens: calçado raso, pátio de gravilha, escadas de pedra.
- Ordem, não sugestão: «Damas e cavaleiros: capa, coroa ou cota de malha. Calçado raso — há escadas de pedra e pátio de gravilha.»
- Cores vetadas, ditas sem rodeios: se o dragão vai cuspir confetes rosa, ninguém aparece de azul-elétrico; se vai cuspir azul, nada de rosa-choque na fotografia.
- Se a ceia é com talheres de madeira e sem eletricidade, escreve isso na mesma linha do vestuário. Ninguém te pergunta às 20h se há garfos.
- Se houver capas para emprestar aos convidados, diz quantas são e onde se levantam, para o primeiro a chegar não levar a última.
O dragão cospe confetes rosa ou azul: decide a cor antes de convidar
Se o dragão é uma figura de madeira com um canhão de confetes, a capa do convite mostra fitas rosa e azuis ao mesmo tempo. Assim fica claro que a cor se descobre no castelo, não antes. Escreve a hora exata do estouro — «20h30, no pátio de armas» — para ninguém estar na casa de banho quando o dragão dispara.
Se o dragão for uma pinhata, avisa quem a vai bater e com quê: normalmente o irmão mais velho, com uma espada de espuma. E o código de cores vale para todos, não só para os adultos. Quem aparece de camisola azul num reveal rosa estraga a fotografia do momento, e essa parte não se repete.
As cenas do castelo: da ponte levadiça ao último baile
Monta a página como cenas encadeadas: «A ponte levadiça», com a hora de chegada; «O salão do trono», com o jantar; «O grande estouro», com o reveal. Para a capa, uma torre verdadeira ao fim da tarde funciona melhor do que um castelo de desenho animado. A música marca a mudança de cena — harpa à entrada, tambores quando aparece o dragão — e é isso que faz o convidado ler até ao fim.

O reveal não se estraga quando o confete sai do dragão. Estraga-se três dias antes, quando alguém chega com a camisola da cor errada.
Convite digital: a hora, o mapa e o RSVP do castelo
Os castelos têm várias entradas, e o link leva o mapa exato e a porta correta. Se a organização mudar o acesso no dia anterior, o convidado vê a alteração sem receber uma mensagem nova. As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada: deixas de contar «sim» e «talvez» num grupo de WhatsApp com 40 pessoas. E podes configurar as perguntas do formulário — por exemplo «capa ou cota de malha?» — para saber quantos candelabros reservar. Escolhe o design, edita a capa sem pagar e publica o link quando estiver a teu gosto: 29,99 EUR, pagamento único.



