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Convite digital ou papel numa revelação de género
Convite digital ou cartão de papel numa revelação de género: compara o que se corrige à última hora, o que se guarda e como o segredo se mantém até ao anúncio
Send The Joy · 10 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três dias para a revelação de género e o cartão com a data errada continua em cima da mesa da cozinha. Quem passa, lê. Quem lê, comenta. E se a data muda, lá vai a gráfica imprimir tudo outra vez. Um convite digital de revelação de género resolve isto de outra forma: escolhe um design do catálogo, personaliza-o no navegador e envia o link hoje mesmo.
Vale a pena comparar os dois ponto por ponto: o que se corrige à última hora, o que fica de recordação e qual deles guarda melhor o segredo até ao dia do anúncio.
Revelação de género: um envelope fechado não é um segredo
Um cartão impresso anda de mão em mão. Cada pessoa que o abre fica a saber a data, o lugar e a frase da capa. Se quiser que o design seja visto pela primeira vez no dia do anúncio, com papel isso não acontece: alguém vai espreitá-lo antes.
- O cartão fica em cima da mesa da cozinha e qualquer visita o abre para confirmar a data. Com um link, cada convidado abre quando quer e não anda nenhuma cópia física pela casa.
- Se escrever sábado 14 em vez de domingo 15, no papel a tiragem inteira vai para o lixo. Na versão digital, abre o editor, corrige o campo da data e o link continua a ser o mesmo.
- A prima que mora noutra cidade não recebe o envelope a tempo. O link chega numa mensagem no dia em que o publica e ela abre-o no telemóvel sem instalar nada.
- A avó quer ficar com a recordação. Pode manter o design cuidado de um cartão, com fotos e frase próprias, sem que esse design ande em papel antes da festa.
Quanto custa um convite digital e o que muda face ao papel
O papel ganha no toque e na gaveta das recordações. Os convites digitais ganham no resto: personalizam-se com textos próprios, até 6 fotos suas e música, e a pré-visualização aparece logo, sem recarregar a página.
O preço é fixo e claro: 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição, em vez de imprimir e enviar cópias uma a uma. A plataforma está em 7 idiomas — espanhol, inglês, catalão, francês, italiano, português e alemão — e o conteúdo do convite também se configura por idioma, o que ajuda quando há família espalhada por vários países. E há uma diferença que se nota: um PDF ou uma imagem ficam congelados, enquanto um convite digital é uma página web do evento, com cenas encadeadas que o convidado percorre uma atrás da outra.
Quando o papel ganha — e como combinar os dois
Um convite digital não imprime nem envia papel. Se quiser algo físico, a opção sensata é combinar: link para todos e umas quantas cópias impressas para quem as vai guardar. Antes de pagar, pode testá-lo grátis: no modo de teste edita a capa; ao comprar, desbloqueia todas as cenas do convite. E conte com isto: os convidados precisam de um telemóvel, um tablet ou um computador com internet.

Num envelope, alguém abre e vê tudo antes do dia. Num link, o design estreia-se quando o convidado o abre.
Editar depois de publicado não obriga a reimprimir nada
Pode mudar a hora, o lugar, o mapa, o código de vestuário ou a frase sem reenviar envelopes: quem já tem o link vê a versão atualizada. Também pode trocar qualquer foto depois de publicar e marcar qual é a da capa; se preferir guardar a foto da ecografia para o dia do anúncio, muda-a num minuto. As confirmações chegam numa lista ordenada dentro do próprio convite, com as perguntas que configurar, sem andar a juntar respostas de WhatsApp. Escolha um design, edite no navegador e publique a sua página com um botão.



