Casamentos
Convite digital de casamento: quanto custa em 2026
Convite digital: O que o papel cobra por baixo — envelopes, selos, segunda tiragem — e o que entra num convite digital de casamento de 29,99 €. Contas feitas, decide-se melhor
Send The Joy · 11 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

É quarta à noite e a lista de convidados está aberta no portátil. A data está fechada, o sítio também, e falta a pergunta que ninguém responde com números: quanto custa avisar cada pessoa em 2026. Um convite digital de casamento resolve isso logo no início — escolhe-se um design no catálogo, personaliza-se no navegador e publica-se com um botão. Dá para fazer hoje mesmo, sem esperar por gráfica.
Antes de decidir, vale pôr tudo em cima da mesa e comparar as duas opções: a tiragem em papel e os convites digitais. A conta do papel tem uma parte visível, que é a impressão, e outra que só aparece depois: envelopes, selos, segundos envios e uma tiragem nova porque a hora mudou. É quase sempre essa segunda parte que desequilibra a balança — e é a que ninguém põe no orçamento inicial.
Quanto custa um convite de casamento em papel: o que fica fora da fatura
O orçamento da gráfica cobre o papel e a impressão. Não cobre envelopes, selos, provas de cor, moradas escritas à mão nem a reimpressão de última hora. E o gasto cresce por convidado, não por casal: 60 convidados e 140 convidados não dão o mesmo trabalho nem o mesmo número de selos.
- Envelopes e selos contados um a um: com convidados em três cidades ou dois países, cada envelope leva o seu selo e a sua viagem.
- Segunda tiragem por mudança de hora, de lugar ou de código de vestuário, quase sempre duas semanas antes do dia.
- Design e impressão cobrados por unidade e por face, mais as provas de cor.
- Versão noutro idioma para quem não lê português: o mesmo convite impresso duas vezes.
O que entra num convite digital de 29,99 €
Não é um PDF nem uma imagem: é uma página web do evento. Partilha-se com um link, um QR ou uma mensagem, e o convidado abre no navegador do telemóvel, do tablet ou do computador, sem instalar nenhuma app. O pagamento é único, sem subscrição.
Antes de comprar, pode testar-se: no modo de teste edita-se a capa sem pagar e só a compra desbloqueia todas as cenas do convite. No editor há um campo por dado — rótulo, nomes, data, frase e lugar — com contador de caracteres e pré-visualização imediata. Dá para acrescentar música, até 6 fotografias próprias que se encaixam sozinhas nos moldes e perguntas de confirmação configuráveis. As respostas chegam numa lista ordenada, dentro do próprio convite.

No papel, cada mudança é uma tiragem nova. No convite digital, é uma edição no mesmo link.
Mudou a hora depois de enviar? Não há nada para reimprimir
Trocar a hora, o lugar, o mapa, o código de vestuário ou uma frase não obriga a reenviar nada: quem abrir o link vê a versão atualizada. Numa tiragem de papel, isso significa envelopes novos, selos novos e uma ronda de mensagens para avisar quem já tinha o convite em casa.
Convite digital ou de papel em 2026: quanto custa cada opção
Vale a pena fazer duas colunas numa folha: à esquerda, tudo o que se paga por imprimir, enviar e reimprimir; à direita, 29,99 € uma vez, sem envelopes e sem selos. Se houver convidados que não leem português, o conteúdo do convite configura-se por idioma, sem imprimir duas versões. E se quiser papel para quem guarda recordações, a combinação sensata é link para todos e umas poucas cópias impressas. Basta escolher o design, testar grátis e publicar quando o sítio e a hora estiverem fechados.



