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Convite digital: preço para 30 anos de casamento
Um convite digital para 30 anos de casamento custa 29,99 EUR, pagamento único. Veja o que entra nesse valor e porque o papel acaba por sair mais caro
Send The Joy · 30 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três semanas para os 30 anos de casamento e a lista de convidados ainda vive num bloco de notas. Ninguém sabe ao certo o preço de um convite digital para um aniversário de casamento de 30 anos, a hora do jantar já mudou duas vezes e o recado perdeu-se entre áudios. Dá para resolver isto hoje: escolhem um design no catálogo, editam a portada e enviam o link no mesmo dia.
Trinta anos não se anunciam com um PDF colado numa conversa de grupo. O que interessa saber é simples: o que entra nos 29,99 EUR, o que costuma sair caro quando se insiste no papel e o que convém decidir antes de publicar.
O preço de um convite digital para 30 anos de casamento, peça por peça
É um valor único: 29,99 EUR por convite, sem subscrição e sem custo por convidado. Se o jantar for para 14 pessoas ou para 60, o número não se mexe. E o que fica incluído não é uma imagem parada — é uma página web do evento.
- Página própria do evento com cenas encadeadas, personalizadas com os vossos textos e até 6 fotos, com escolha da foto de portada.
- Formulário de confirmação dentro do próprio convite, com as perguntas que escolherem e as respostas numa lista ordenada.
- Editor no navegador, o Joy Studio, com um campo por dado e pré-visualização imediata. Nada para instalar.
- Publicação com um botão e um link que se partilha por mensagem ou por QR.
O que encarece um aniversário de 30 anos não é o design
O envelope, o selo e a reimpressão quando a hora muda: cada correção no papel paga-se duas vezes, uma na gráfica e outra no envio. E há a conta das horas — escrever 40 mensagens uma a uma para saber quem vem não deixa registo nenhum.
O caso típico destas celebrações é sempre o mesmo: o jantar passa das 21h00 para as 21h30. Em papel, reimprime-se. Num convite digital, edita-se e o link continua a ser o mesmo.

O que se poupa num convite digital não está no design: está no envelope, na reimpressão e nas noites a correr atrás das confirmações.
Convites digitais ou papel: a comparação honesta para 30 anos de casados
O papel continua a fazer sentido para três ou quatro cópias que alguém vai guardar numa gaveta. Para o resto da lista, o link faz o trabalho. E há uma diferença prática: uma imagem ou um PDF no chat perde-se entre memes e áudios; aqui é uma página que abre em qualquer navegador, sem app para o convidado.
O link não muda mesmo que o jantar mude
Dá para editar tudo depois de enviar: hora, lugar, mapa, código de vestimenta ou a frase da portada. Ninguém tem de reenviar nada. Também se pode configurar o idioma do conteúdo — útil quando a lista mistura família em Portugal e primos no Brasil ou na Alemanha, e o mesmo link tem de se ler bem para todos. A prova gratuita deixa editar a portada antes de pagar; só ao comprar se desbloqueiam todas as cenas, por isso ninguém paga por um design que não viu montado.
Três verificações antes de decidir
Conta os convidados reais e multiplica por zero: como o preço não sobe por pessoa, o orçamento da celebração fica para a mesa. Confirma se os convidados mais velhos conseguem abrir o link — precisam de telefone, tablet ou computador com ligação; se alguém não tiver, aí entra a cópia impressa. E decide quem atualiza os dados: se a resposta é «eu, do telefone, às onze da noite», isto permite fazê-lo sem reimprimir um único envelope.
Se a celebração é um jantar íntimo com trinta anos por trás, o convite digital resolve o preço e a papelada num só movimento. Escolhe um design, edita a portada sem pagar e publica o convite digital quando a lista estiver fechada.
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