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Convite digital para pedido de mão: como fazer e enviar
Um pedido de mão não se resolve com um «não faltes» no grupo. Um convite digital deixa-te decidir o que se conta, a quem e em que palavras — e pode ficar pronto hoje
Send The Joy · 30 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

É sábado, 20:15, e o brinde é às 20:30. No grupo da família há quarenta mensagens, três horários diferentes e uma tia a perguntar se é no restaurante do costume ou no outro. Nada disto aconteceria se o convite fosse uma página em vez de uma conversa. Um convite digital para pedido de mão resolve o assunto num só sítio: os dados ficam escritos uma vez, o link é sempre o mesmo e quem abre vê a versão atual. Dá para tratar disso hoje: escolhes um design no catálogo, personalizas no navegador e publicas com um botão.
Um pedido de mão tem uma particularidade que muda tudo: durante metade da preparação, há pessoas que ainda não sabem para o que estão a ser convidadas. Isso decide o que se escreve e em que ordem. Uma página dá-te espaço para dosear a informação; um bloco de texto no WhatsApp mostra tudo ao mesmo tempo, incluindo o que devia ficar para o fim.
Convite digital para pedido de mão: o que se conta e o que se cala
Começa pelo que é prático. Se o brinde é no sábado às 20:30 no restaurante do costume, isso vai para o primeiro ecrã — não para a quarta linha de uma mensagem comprida. O motivo pode ser sugerido antes de ser dito: na capa chega «Um brinde antes do brinde» e a palavra «pedido» aparece na segunda cena, para quem já sabe. Original, aqui, quer dizer uma coisa simples: um detalhe que só vocês dois reconhecem.
- Hora e sítio na primeira linha: «20:30, restaurante do costume, mesa do fundo».
- Um título de três palavras para a capa: «Diz que sim», «Esta noite», «Só família».
- Data em números: 14 · 06 · 20:30 lê-se melhor do que «no sábado à tarde».
- Morada com número de porta, andar e uma referência do bairro: «em frente à florista» poupa três chamadas na mesma tarde.
Como criar convites digitais para pedido de mão sem depender do WhatsApp
Um pedido de mão mexe. Muda a hora, cai a esplanada, reserva-se outra mesa. Num convite digital editas depois de enviar e o link continua a ser o mesmo, por isso ninguém tem de reler um chat de vinte mensagens para descobrir o sítio certo. E quem não pode ir não tem de se justificar em público: as confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada, com as perguntas que tu configuraste.
Se houver convidados fora do país, escreve o conteúdo noutro idioma — a página está disponível em sete línguas e o texto do convite configura-se em cada uma. Abre-se no navegador do telemóvel sem instalar nada: a tia que só usa o telefone para o WhatsApp entra tão facilmente como o primo que vive em Bruxelas.

Na meia hora antes do brinde, ninguém devia ter de procurar uma morada num chat.
A cor decide o ambiente; o papel decide-se à parte
Um verde-oliva com creme soa a almoço comprido em casa; um azul-tinta com cinza soa a brinde de restaurante. Escolhe esse ambiente antes de discutires a letra. Para a capa, uma foto dos dois, de frente e recente; as outras ficam decorativas — uma fotografia de grupo onde não se reconhece ninguém não apresenta nada. E o papel tem o seu lugar: isto é digital, não imprime nem envia nada, por isso a solução honesta é link para todos e umas três cópias impressas para quem as vai guardar. Se o «sim» já está decidido, só falta avisar bem: escolhe um design, prova-o grátis e publica o teu convite digital numa tarde.
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