Casamentos
Convite digital para pedido de casamento: papel ou link?
Um convite digital para pedido de casamento muda de hora sem reimprimir nada: o mesmo link mostra a versão atualizada. Veja o que ganha — e o que deixa para o papel
Send The Joy · 24 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Os cartões chegaram na segunda-feira, quarenta, com envelope e tudo. Na quarta o restaurante ligou: no sábado há um casamento na sala de baixo e o terraço fecha às 20h. O pedido passa para domingo. Com papel, isso são quarenta telefonemas ou uma reimpressão. Com um convite digital para pedido de casamento, são dois minutos no editor: mudam a data e quem abrir o link vê a versão nova.
Não é o papel que está mal. É a data que se mexe, o nome que sai trocado no rótulo, o restaurante que pede para entrar mais tarde. Um convite digital resolve-se numa tarde e podem criá-lo hoje a partir do catálogo: escolhem o design, editam a capa sem pagar, publicam. O papel fica para quem o vai guardar.
Convite digital para pedido de casamento: decide-se em três minutos
Antes de olhar para designs, respondam a três perguntas. Elas decidem quase tudo o resto.
- Quem vai guardar o cartão. Se forem os pais, os avós e duas testemunhas, não precisam de oitenta cópias com envelope individual — precisam de cinco bem impressas e de um link para os restantes.
- Onde é o jantar. Um pedido num terraço às 20h30 agradece hora, mapa e confirmação no mesmo sítio, e não repartidos por três conversas diferentes.
- Quantas confirmações vão ter de perseguir. Se a resposta cai dentro da própria página, não há lista para cruzar à mão na semana antes.
- O que ainda vai mudar. O papel fecha no dia em que pagam a gráfica; o digital muda na mesma tarde em que se lembram de passar o jantar de sábado para domingo.
Convites digitais frente ao papel: o que muda na véspera
Na véspera é quando tudo acontece. Alguém adoece, o código de vestimenta muda, o restaurante pede para entrar às 21h30. Num cartão impresso, cada alteração é uma ronda de mensagens e, às vezes, uma tiragem nova. E um nome mal escrito no rótulo é uma desculpa por pessoa.
Um convite digital é uma página vossa, com cenas encadeadas: a capa com a vossa foto, o lugar, a data e a frase que escolherem. Editam depois de enviar e o link continua igual — quem abrir vê o texto atualizado. As confirmações chegam numa lista ordenada, dentro da mesma página, com as perguntas que tiverem configurado. Ninguém instala nada: abre-se no navegador do telefone, do tablet ou do computador.

Um convite digital não é um PDF: é uma página vossa, que continua a mudar depois de a enviarem.
O papel ainda tem lugar: cinco cópias para guardar
Imprimam para quem vai emoldurar o cartão: os avós, as testemunhas, a caixa de recordações do primeiro aniversário. O resto — primos, amigos do trabalho, o grupo que se lembra três dias antes — recebe o link. Assim, a cópia em papel é uma lembrança e não a fonte da verdade. Se procurarem alternativas aos convites de papel para um pedido de casamento, esta é a mais honesta: link para todos, cinco cópias bonitas para guardar.
Quanto custa um convite digital para pedido de casamento
29,99 EUR, num pagamento único e sem subscrição. Podem testar o design grátis — no modo de teste editam a capa sem pagar — e, ao comprar, desbloqueiam-se todas as cenas. Dá para incluir até seis fotos vossas, marcar qual é a capa e substituir qualquer uma mais tarde. Se já sabem a data e o sítio, têm tudo o que precisam para publicar hoje.



