Casamentos
Convite digital ou site de casamento: qual comprar
Um site de casamento e um convite digital podem resolver a mesma coisa. Compara antes de pagar os dois e vê o que o teu convidado abre de verdade.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Dois links na mesma mensagem de WhatsApp. Um abre o site de casamento, com menu, mapa e a vossa história. O outro abre o convite digital, com os nomes, a data e o botão de confirmar. Escreves que abram os dois e o convidado abre um.
Não é um erro raro. Quem não sabe se quer um convite digital ou um site de casamento acaba por encomendar os dois, para não arriscar. Fica com dois endereços, duas versões da mesma hora e um convidado que só vai abrir um deles.
Convite digital ou site de casamento: o que o convidado vê
Um site de casamento funciona como um site. Tem início, menu e secções que o convidado percorre pela ordem que quiser. Um convite digital funciona como uma cena: abre e a primeira coisa que aparece é o rótulo com os nomes, a data e o lugar. Não há nada para procurar.
- No convite digital ninguém instala nada: o link abre no navegador e a confirmação é feita na mesma página.
- Num site, quem chega tem de decidir onde clicar. Num convite, quem chega já está no lugar certo.
- Se o plano era um site para a informação e um convite à parte só para o link, estás a pagar duas vezes pela mesma visita.
- As confirmações chegam numa lista organizada dentro do convite, em vez de se perderem entre conversas de WhatsApp.
O erro caro: dois links para um só clique
O convidado não compara. Recebe uma mensagem, abre-a quando tem dez segundos livres e decide. Se por trás disso estiver um site com menu e ainda um convite diferente, fizeste dois trabalhos para o mesmo clique.
Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 EUR, com pagamento único e sem subscrição. Não há mensalidade nem renovação anual. O que multiplica o trabalho é outra coisa: manter dois endereços com duas versões da mesma hora e do mesmo mapa, e corrigir no endereço errado quando alguém avisa que a data está mal.

Um convidado, um link, uma decisão. O resto é trabalho que ninguém vai abrir.
Quando é que um site de casamento faz falta
Se precisas de lista de presentes, mesas atribuídas ou controlo de lugares, isso vive noutro lugar. É uma ferramenta diferente e pagá-la à parte é mais honesto do que duplicar tudo dentro do convite.
Regra simples para não te perderes: o que escreves no convite é para um convidado ler. Informação para fornecedores, horários de montagem e afinações de última hora ficam num ficheiro à parte. E as fotos que quiseres mostrar — até seis, entre capa e decoração — encaixam-se sozinhas na moldura e podem ser trocadas depois, sem mexer no link.
Antes de pagar as duas, testa uma
Se a celebração só precisa que o convidado abra um link, veja os nomes, a data, o lugar e confirme, já tens a resposta. Testa o design de graça: em modo de prova editas a capa sem pagar e vês como ficam o rótulo, os nomes, a data e o lugar. Ao comprar desbloqueias todas as cenas. E se depois precisares mesmo de lista de presentes ou de mesas, resolves isso à parte. Não pagues duas ferramentas quando só uma vai ser aberta.



