Cha revelacao
Convite digital com mensagem cifrada para revelar o sexo
Um convite digital em que só quem descobre o código vê a palavra ou a cor. Cria e envia hoje: o mesmo link guarda o segredo até à última cena
Send The Joy · 9 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São nove e meia, a mesa já está posta e alguém vira o telemóvel de lado para ler três letras em voz alta. Ninguém sabe ainda se é menino ou menina, e é isso que mantém a sala toda a olhar para o mesmo ecrã. Um convite digital com mensagem cifrada faz precisamente isto: guarda a palavra ou a cor numa última cena que só abre no fim. Podes criá-lo hoje a partir do catálogo, escrever os teus dados no editor do navegador e enviar o link no mesmo dia — 29,99 EUR, pagamento único e sem subscrição.
A revelação do sexo fica guardada para o fim. A capa não conta nada, e quem quiser saber tem de chegar até lá.
Um convite digital com mensagem cifrada é uma promessa, não um enigma
Antes de escolher o código, decide o que fica cifrado. Três caracteres resolvem-se à mesa; quarenta abandonam-se a meio. Se esconderes a palavra e a cor ao mesmo tempo, obrigas cada convidado a dois passos e alguém perde o fio. E mantém a capa neutra: em vez de «menino ou menina», um rótulo como «Um nome, duas possibilidades».
- O código tem de se perceber em menos de um minuto: três caracteres como «A3» funcionam à mesa; uma sopa de letras de quarenta não.
- Escolhe o que fica escondido: só a palavra, só a cor, ou as duas. As duas juntas são dois passos para quem abre o convite.
- Capa neutra: nada de «menino» ou «menina» no rótulo, e uma foto de capa a preto e branco não dá pistas de cor.
- Testa o link num telemóvel que nunca viu o convite. Se precisares de explicar o código, está complicado demais.
Três cifras que se leem no telemóvel sem explicações
A mais rápida é a das iniciais com chave. Cada convidado recebe um código como «A3» ou «R7» e só a última cena traduz a letra: A de azul, R de rosa. Se preferires, mostra três cores com uma legenda ao lado e deixa a última cena revelar apenas uma delas — mesmo mecanismo, outra leitura.
Há ainda a palavra ao espelho: «ONINEM» ou «ANINEM», que só se leem virando o telemóvel. Resulta melhor num jantar sem ecrã grande, num chá revelação com muitos convidados ou em casa, quando cada um descobre no seu próprio ecrã e o segredo passa de mão em mão. Nenhuma destas cifras precisa de instruções escritas, e é isso que as torna boas.

O segredo não vive na capa: vive nos três caracteres que só a última cena explica.
Porque é que o segredo chega intacto até à última cena
Reparte tudo com um único link: o mesmo código para todos, um QR na mesa e duas cópias impressas para quem gosta de guardar papel. Se o código se souber antes da hora, muda a frase da última cena — o link não muda e ninguém tem de reenviar nada. As confirmações chegam dentro do convite, numa lista ordenada, com as perguntas que configurares. Escolhe um design, testa a capa de graça e guarda o código para o fim: quando o segredo se abrir, não há nada para reimprimir.



