Jantares e galas
Convite digital para jantar de empresa: o primeiro filtro
O convite digital para jantar de empresa fixa a hora, o código de vestuário e quem confirma. Guia para enviar hoje e corrigir depois sem reenviar nada
Send The Joy · 24 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam duas semanas para o jantar de empresa e a informação está espalhada por três sítios: a data num grupo, o restaurante num email, o código de vestuário em lado nenhum. Alguém pergunta se pode levar companhia e ninguém sabe o que responder. Um convite digital resolve isto num link — escolhes o design no catálogo, escreves os dados e envias hoje mesmo, sem esperar por gráfica.
Não é protocolo de manual. É a diferença entre um convite que se abre em dois segundos no telemóvel e um aviso de escritório que obriga a fazer três perguntas antes de se saber se vale a pena ir.
Convite digital para jantar de empresa: a etiqueta começa no assunto
No ecrã bloqueado cabem três linhas. Se o dia, a hora e o sítio não estiverem na capa, o convidado tem de abrir a mensagem, depois o link, depois perguntar. Cada passo a mais é uma desistência possível. Na capa cabem o nome do evento, a data, a hora, a morada com mapa e uma frase curta — e monta-se no navegador, sem instalar nada.
- Nome do evento com a empresa e o motivo: «Jantar de Natal — [empresa]» diz mais do que «jantar da equipa».
- Dia, hora de chegada e hora a que se serve: «20h30, sentados às 21h00» não deixa dúvidas; «por volta das nove» deixa.
- Morada com mapa. Às 21h ninguém quer andar às voltas no parque de estacionamento.
- O nome de cada convidado no envio. «Equipa de vendas» não é um convidado; uma pessoa é.
Quem convida quem: a lista aberta é o erro
Antes de enviar, decide se o acompanhante está incluído e escreve-o no próprio convite. Se não disseres nada, cada pessoa resolve a dúvida à sua maneira — e alguém aparece acompanhado numa mesa de dez. Diz também quem é o anfitrião e a quem se responde.
Numa empresa cruzam-se equipas, direções e gente que nunca se falou. As confirmações chegam a uma lista ordenada dentro do próprio convite, não a cinco conversas diferentes. E trata o link como um convite de papel: entrega-se, não se difunde. Reenviar «por precaução» é a forma mais rápida de encher a mesa com quem não estava na lista.

Se o convidado tem de perguntar a hora, o convite falhou antes de começar.
Código de vestuário escreve-se, não se adivinha
«Jantar de empresa» tanto pode ser fato e gravata como blazer sem gravata, e ninguém adivinha qual. Um campo de uma linha — «smart casual, sem gravata» — poupa o email da véspera. Se a cena segue direto do escritório, escreve-o: «vêm do escritório, não é preciso mudar de roupa». Esse detalhe concreto faz mais pela comparência do que qualquer frase sobre compromisso.
Convites digitais ou de papel: quanto custa e o que muda
Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 EUR, pagamento único e sem subscrição. É uma página web do evento: abre-se no navegador, sem app, e as confirmações ficam dentro do próprio convite. A capa edita-se no browser, com até seis fotos tuas que se encaixam sozinhas no molde. Se o restaurante mudar a mesa das 20h45 para as 21h15, corriges a hora e o link continua o mesmo — não há reimpressões nem sobres novos. E se alguém quiser guardar o cartão, a solução honesta é combinar: link para todos e umas poucas cópias impressas. O convite digital não imprime papel nem promete fazê-lo.
Se este ano o jantar se decide na primeira impressão, envia algo que se abra em dois segundos e se corrija sem reenviar nada. Podes escolher o design, testar a capa de graça e publicar com um botão.
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