Halloween
Convite digital de Halloween: zombis no teatro
Um convite digital de Halloween para uma festa de zombis no teatro: o que o convidado vê ao abrir o link, como mudar a hora para as 21:00 e onde ficam as confirmações
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São onze e vinte e no grupo da turma ninguém sabe a que horas começa a festa. Um diz oito e meia, outro jurou que era nove, e no meio de quarenta mensagens e cinco abóboras em sticker perdeu-se o nome do teatro. É exatamente aqui que entram os convites digitais de Halloween para uma festa de zombis num teatro: um link, a hora escrita lá dentro, a morada com mapa e a confirmação no mesmo sítio.
Não precisas de designer nem de esperar pela impressão. Escolhes um design do catálogo, escreves os teus textos, sobes a foto da fachada do teatro e publicas com um botão. O link é o mesmo para todos — também para quem só abre a mensagem três dias depois, já sentado no autocarro.
O que o convidado vê quando abre o teu convite digital
Ao tocar no link abre-se a portada: a foto que escolheres, o rótulo, a data e o lugar grandes e legíveis no primeiro ecrã do telemóvel. Não há nada para instalar nem descarregar; abre no navegador do telemóvel, da tablet ou do computador. Por baixo vem a primeira cena, com a frase que escreveres — «As portas do teatro rangem às 20:30» serve — e a música que subires toca enquanto o convidado decide se vem de zombi ou de sobrevivente. O botão de confirmar está dentro do próprio convite, não num formulário à parte.
- Uma foto vertical da fachada ou do cartaz do teatro para a portada, com o rótulo e a data legíveis à primeira vista.
- A hora fechada e uma frase de emergência: «se o apocalipse atrasar, avisamos aqui mesmo».
- Duas ou três perguntas de confirmação concretas: vem de zombi ou de sobrevivente, fica para o último bailado, traz acompanhante.
- Um QR com o mesmo link, para colar na porta ou na bilheteira na noite da festa.
O apocalipse atrasa-se: mudar a hora para as 21:00
O ensaio geral acabou tarde e o teatro só abre às nove. Entras no editor, mudas a hora e gravas. O link que já está no grupo mostra a versão nova: quem o abrir depois do jantar lê 21:00, não 20:30. Não há ficheiros para reenviar nem avisos pessoa a pessoa.
Se for mesmo em cima da hora, larga outra vez o link no grupo com um «o fim do mundo atrasou-se». Aproveita a mesma edição para acertar o lugar, o mapa ou a frase de dress code — «fato escuro, sapatos que não se ouçam» — sem mexer no resto do convite.

O plano muda, o link não: quem abrir depois vê sempre a versão que está publicada.
Como criar convites digitais de Halloween para uma festa de zombis num teatro
A montagem segue a lógica de uma peça: a bilheteira onde se recolhe o bilhete, o átrio com as velas, o palco do último bailado. As cenas vão encadeadas e podes dar-lhes o nome que quiseres. Cada uma leva textos e fotos próprios, até seis fotos tuas que se encaixam sozinhas no molde e podes substituir quando te apetecer. O contador de caracteres mostra logo se a frase da cena cabe numa linha do telemóvel, por isso não há texto cortado na vista prévia.
As confirmações chegam dentro do convite, numa lista ordenada, com as perguntas que tu escreveres: nada de andar a pedir respostas por WhatsApp. Se o grupo de pais ou a equipa do teatro pedir papel, a solução honesta é combinar as duas coisas — link para todos e umas quantas cópias impressas para quem as for guardar. Cada convidado precisa de um telemóvel, tablet ou computador com ligação.
Escolhe o design, prova a portada grátis e publica o convite quando a hora do apocalipse estiver decidida. Custa 29,99 EUR, uma vez, sem subscrição, e fica pronto para o grupo antes de chegares à terceira abóbora.



