Halloween
Convite digital de Halloween: story ou link fixo?
Convite digital: Uma story desaparece em 24 horas e três convidados juram que não a viram. Um convite digital de Halloween com link fixo evita o drama
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Terça-feira à noite, o grupo da turma recebe uma story com uma abóbora e a frase «dia 31, cá em casa». Quinta-feira alguém pergunta a hora. Sexta-feira três pessoas juram que nunca viram nada. A story já lá vai. A solução podes fazê-la hoje: escolhes um design no catálogo, escreves a hora, o número do portão e o que é preciso levar, e envias o link. É um convite digital de Halloween — uma página do teu evento, não um PDF nem uma imagem.
O problema nunca foi a decoração nem a música. Foi o sítio onde a informação vive: um sítio que desaparece ao fim de 24 horas e que ninguém consegue voltar a abrir.
A story caduca; o link continua lá
Uma story vive 24 horas e apaga-se sem aviso. Se publicas numa terça e a festa é no sábado 31, quem abriu o telefone na quinta à noite já não encontra nada. Um link fixo não tem esse prazo: abre-se hoje, amanhã e na véspera, sempre com a mesma informação.
- A story dura 24 horas: publicada numa terça, no sábado 31 já ninguém a consegue ver.
- A captura de ecrã circula cortada: lê-se a hora, mas perde-se o número do portão e a frase «traz lanterna».
- No grupo da escola, a mensagem com o link afunda-se debaixo de quarenta figurinhas de abóbora em duas horas.
- Com um convite digital, o link é o mesmo no dia em que o envias e na noite antes: ninguém pode dizer que lhe passou.
Convite digital de Halloween frente a uma story de 24 horas
Os três «não vi» resolvem-se no mesmo sítio. Quando alguém pergunta «era às seis ou às sete?», a resposta já está escrita na página, com dois dígitos e tudo: 18:30. Não é preciso procurar num áudio de três minutos nem contar cabeças de memória.
E se mudar alguma coisa? Editas a hora, o lugar ou a frase e quem abrir o link vê a versão atualizada; o endereço continua o mesmo, por isso não há nada para reenviar. Não há segredo em como criar o convite: escolhes um design da coleção, escreves os campos e publicas com um botão.

Uma story dura 24 horas. A dúvida sobre a hora e o número do portão dura até ao dia 31.
Convites digitais de Halloween para pré-adolescentes em casa
Uma casa cheia de pré-adolescentes no dia 31 pede informação muito concreta: hora de início e de fim, porta certa, o que levar e até quando confirmar. A página abre no navegador, sem instalar aplicação nenhuma, e as confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada. Ninguém anda a perseguir respostas pelo WhatsApp.
Dá para usar até 6 fotos tuas — o portão com as teias já penduradas, a mesa com as velas — e perguntas de confirmação escritas por ti, como «vens disfarçado?» ou «entras no jogo do corredor?». Os textos vão campo por campo, com contador de caracteres, para o número do portão não ficar cortado nem sair do sítio.
O que escrever no convite antes de enviar
Cinco linhas resolvem o essencial: hora de início e de fim em dígitos (18:30, não «à tarde»); endereço completo com o número do portão e uma pista, do tipo «a casa com as abóboras no degrau»; o que levar na frase de capa — lanterna, camisola, um saco para os doces; o código de vestimenta em tom de brincadeira, «disfarce obrigatório, a máscara de plástico perdoa-se»; e a data-limite para confirmar, escrita na própria página.
Se este ano o plano é uma casa cheia de pré-adolescentes no dia 31, monta o convite digital de Halloween numa tarde e deixa o link trabalhar nas duas semanas seguintes. Podes escolher um design, escrever os teus textos e ver como fica antes de pagar, no modo de teste.



