Halloween
Convite digital: ideias de Halloween slasher dos anos 80
Um convite digital de Halloween com cara de cartaz slasher dos anos 80: néon, humor de videoclube e confirmações dentro do próprio convite. Vê como montar o teu
Send The Joy · 19 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam dez dias para o 31 e o grupo ainda não sabe a que horas abre a porta. Um manda um cartaz em PDF, outro responde "eu vou" e a mensagem perde-se entre memes, e a lista de quem leva gelo continua a ser discutida à meia-noite. Se andas a juntar ideias de convites digitais de Halloween estilo slasher dos anos 80, é agora que as passas para um convite digital: escolhes um design no catálogo, escreves os textos, pões as tuas fotos e envias o link hoje mesmo.
Não é um PDF nem uma imagem no WhatsApp. É uma página web só da tua festa: abre no navegador do telemóvel, sem ninguém instalar nada, e as confirmações ficam arrumadas dentro do próprio convite. Se às sete da tarde decidires que a entrada é às 23:00 e não às 22:00, editas e o link continua o mesmo. Quem já abriu vê a versão nova.
As melhores ideias de convites digitais de Halloween estilo slasher dos anos 80
O estilo slasher dos anos 80 vive de cartaz de cinema de bairro: cores saturadas, letra larga, um brilho néon e nada de sangue. O susto fica na sugestão — uma porta que cruje, abóboras no portal, o timbre às onze. O que se vê é uma noite de discoteca com humor. Estas são as decisões que se leem bem num ecrã de cinco polegadas, e aplicam-se no editor com o teu rótulo, a tua data e a piada que só o teu grupo entende.
- Paleta fechada: laranja queimado de abóbora, violeta elétrico e preto mate. O amarelo-limão só na data e na hora, para o dado saltar.
- Um rótulo em letra larga, com bastante espaço entre letras, e o néon numa única palavra: "NOITE" a brilhar, tudo o resto liso.
- Título com piada de videoclube ("Truque ou trato, mas com ponche") e, por baixo, os dados sem graça nenhuma: sábado, 31, 23:00 e a morada completa.
- Três fotos que dão o tom: a porta com teias, a mesa com abóboras e velas, o candeeiro laranja do portal. Podes usar até seis e trocar qualquer uma depois.
Um cartaz slasher no ecrã do telemóvel, não numa folha A4
A primeira coisa que o convidado vê é a capa, em vertical. Por isso, um dado por bloco: rótulo, data, lugar, confirmação. Nada de parágrafos de quatro linhas, que ninguém lê à segunda. A estrutura por cenas encadeadas ajuda — cada cena leva os teus textos e as tuas fotos, e marcas qual é a foto de capa.
A música faz metade do ambiente, e um sintetizador resolve. O botão de confirmar tem de aparecer sem rolar: se o convidado tiver de procurar onde se inscreve, recebes uma mensagem às onze da noite a perguntar se ainda vai a tempo. Antes de publicar, escolhe as perguntas de confirmação: quantos vêm contigo, se aparecem fantasiados, o que bebem. Ficam dentro do convite e as respostas chegam numa lista ordenada.

O cartaz faz o convidado abrir o link; a confirmação dentro do convite faz com que ele apareça.
Quanto custa um convite digital de Halloween e o que fica tratado antes das 23:00
Custa 29,99 €, pagamento único, sem subscrição. Testas de graça na capa, vês como fica no telemóvel e só desbloqueias todas as cenas quando compras. Depois é um botão para publicar e o link ou o QR para mandar ao grupo. Se a festa mudar de casa ou de hora, editas no Joy Studio e quem abrir o link vê a versão de agora, sem um segundo envio. E se quiseres papel na porta, imprime tu quatro ou cinco cópias: o convite que conta é o que se abre no telemóvel. Monta o teu no catálogo e manda o link esta noite.



