Halloween
Convite digital de Halloween: preço de uma ceia vintage
Convite digital: Uma ceia de terror vintage com universitários num hotel: fazemos as contas do convite digital a 29,99 EUR e do que te custa reimprimir cartões a cada mudança
Send The Joy · 23 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três semanas para a ceia e o grupo já vai em quarenta e duas mensagens. Uma pergunta a que horas é. Outra quer saber se o hotel tem estacionamento. Um colega de Erasmus pergunta se pode levar mais dois. E no meio da conversa alguém escreve: «e o convite digital, quanto custa?».
Boa pergunta. Um convite digital de Halloween custa 29,99 EUR, pagamento único. Mas antes de chegar a esse número vale a pena ver o que o papel te leva. Dá para escolher um design no catálogo, personalizar com os teus textos e as tuas fotos no navegador e partilhar hoje mesmo por link ou por QR. Sem gráfica, sem envelopes e sem ninguém a instalar nada.
O cartão impresso paga-se três vezes
A conta do papel não é uma linha, são três. E as duas últimas aparecem sempre na semana em que já não há tempo para nada.
- A gráfica: quarenta cartões em cartolina, envelopes a condizer e uma prova de cor que quase nunca fica igual ao que vês no monitor.
- A reimpressão, quando o hotel confirma outra sala ou a ceia passa das nove para as onze e meia: meio lote novo e a distribuição outra vez desde o início.
- A entrega porta a porta: selos, caixas de correio partilhadas e o envelope que acaba debaixo da porta de quem já não mora ali.
- As confirmações: andar atrás de respostas soltas pelo WhatsApp na semana da ceia, com stickers de abóbora pelo meio.
Quanto custa um convite digital de Halloween: 29,99 EUR, uma vez
Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem mensalidade. Não há preço por convidado nem renovação no mês seguinte. Podes experimentar o design de graça, editando a capa em modo de teste, e desbloquear todas as cenas só quando compras. Os convidados abrem o link no navegador e confirmam do telemóvel, sem app.
Lá dentro montas a noite por cenas encadeadas: a entrada, a memória do sítio, a ceia comprida e o último baile. Cada cena leva os teus textos e até seis fotos próprias — a mesa com abóboras esculpidas e velas, o portal com teias, o salão do hotel — que se encaixam sozinhas no molde e podes trocar mais tarde. Junta música e uma frase de traje escrita com graça: «traje escuro, copo na mão, nada de sustos antes das onze».
A atmosfera dos anos 50 numa página, não num envelope
Uma ceia de terror vintage com universitários num hotel vive de detalhes pequenos: o candeeiro de latão, a toalha de veludo, as teias penduradas no lustre. Nada disso cabe num cartão de cartolina, mas cabe numa página que se abre à entrada do salão. E há uma vantagem prática: se metade do grupo lê melhor em inglês ou em italiano, o conteúdo configura-se noutro idioma sem fazer uma segunda versão para esses convidados.

O caro não é o convite: é refazê-lo três vezes e voltar a bater às mesmas caixas de correio.
Convites digitais de Halloween frente ao papel: o que muda depois de enviar
Se o salão passa das nove para as dez e meia, no papel isso são cartões novos. Num convite digital editas depois de enviar e quem abrir o link vê a versão atualizada: hora, mapa, traje, o que for. As confirmações chegam numa lista dentro da própria página, em vez de se perderem em três conversas diferentes, e escreves as perguntas do formulário à medida — quem vem à ceia, quem aparece só para o brinde. Quem guarda recordações pode sempre fazer o misto: o link para todos e duas ou três cópias impressas para quem as vai emoldurar. Faz a conta com a hora do último cambio e vai ao catálogo: o modo de teste é gratuito e publicas hoje por 29,99 EUR.



