Halloween
Convite digital de Halloween para a praça do povo
Um convite digital de Halloween para a praça do povo: hora da chocolatada num campo de texto, link que se atualiza sozinho e confirmações numa lista. 29,99 €, uma vez
Send The Joy · 19 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Faltam três dias para o Halloween. A comissão muda a chocolatada da praça das sete para as oito, e a imagem que anda no grupo dos vizinhos desde a semana passada já tem a hora antiga lá dentro. Ninguém sabe quem a mandou primeiro e metade do grupo nunca a abriu. Com um convite digital de Halloween para uma festa de vizinhos na praça do povo isto resolve-se hoje: escolhes um design no catálogo, escreves a hora no campo de texto, publicas e envias o link. Do sofá, sem passar por gráfica nenhuma.
O resto é a parte boa: abóboras no portal, uma mesa comprida, a porta que range quando chega o vizinho do primeiro andar. Antes disso há quatro decisões que valem cinco minutos: quem convidas, o que escreves, quando envias e quanto queres gastar.
Convite digital de Halloween para a praça do povo: grátis ou pago
A versão gratuita que circula nos grupos é uma imagem. Serve no dia em que a mandas e falha no dia em que algo muda — e numa festa de bairro muda sempre: a hora do desfile, o sítio do ponto de encontro, quem fica a arrumar as cadeiras. A diferença entre grátis e pago não está no preço, está no dia em que a hora muda.
- Uma imagem gratuita guarda a hora dentro do ficheiro: quando a chocolatada passa das sete para as oito, tens de fazer outra e voltar a mandá-la ao grupo inteiro.
- Num convite digital o link é sempre o mesmo: corriges a hora, o ponto de encontro ou o mapa, publicas, e quem abre o link vê a versão nova sem ninguém reenviar nada.
- Grátis não é o mesmo que sem custo: a imagem fica uma imagem, sem lista de confirmados e sem sítio onde apontar quem leva as cadeiras.
- O ponto de encontro precisa de sinais: «à entrada da junta, debaixo do relógio» diz mais do que «na praça» à família que vem da rua de cima.
Convites digitais de Halloween: o que a praça precisa de ler
O ponto de encontro pede sinais de verdade, não «na praça» a seco. Cada hora no seu campo de texto — a do desfile, a da chocolatada, a do último baile — com um contador de caracteres a impedir que o nome da rua desapareça. E, como capa, uma foto da praça com as abóboras do portal: podes carregar até 6 fotos tuas, encaixam-se sozinhas no lugar e trocas a capa quando quiseres.
As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e não espalhadas por oitenta mensagens com autocolantes de abóbora. As perguntas do formulário escreves tu: «vens ao desfile?», «trazes uma cadeira?», «ficas para a chocolatada?». Se a noite também for das crianças, uma nota no texto — «tragam um saco para os doces» — resolve o que nenhum formulário resolve sozinho. Ninguém instala nada: abrem o link no navegador, respondem e fecham. O mesmo link vai para o grupo e vira QR no quadro de avisos da junta. E, se na terra houver quem leia melhor em francês, o conteúdo do convite configura-se por idioma.

A imagem gratuita morre no dia em que a hora muda. O link do convite digital continua a ser o mesmo — só muda o que lá está escrito.
Preço de um convite digital de Halloween: quanto custa e o que se testa antes de pagar
Um convite digital custa 29,99 € por convite, pagamento único e sem subscrição: pagas uma vez pela festa, não cada vez que mexes na hora. Antes de pagar podes experimentar — no modo de teste editas a capa sem custo, e ao comprar desbloqueias todas as cenas do convite. Depois de enviado continuas a editar, e o link é sempre o mesmo: quem abrir mais tarde vê a versão certa. Se alguém fizer mesmo questão de papel, imprime-se meia dúzia de cópias para quem as for guardar, e o resto do bairro fica com o link. Escolhe um design e trata disso hoje, antes que alguém mude a hora outra vez.



