Halloween
Convite digital de Halloween para a praça da aldeia
Convite digital: Três dados — hora do cortejo, ponto dos doces e concurso de abóboras — decidem a tua festa na praça. Este guia ajuda-te a escolher o convite digital de Halloween
Send The Joy · 21 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

É terça-feira, nove da noite, e no grupo dos vizinhos alguém pergunta a que horas sai o cortejo. Ninguém sabe. Outro pergunta onde se deixam as abóboras esculpidas. Silêncio. A festa de Halloween na praça da aldeia já tem data e ainda não tem convite. Antes que o grupo se encha de «depois dizemos alguma coisa», escolhe um design no catálogo, personaliza a capa sem pagar e publica o convite digital de Halloween hoje mesmo: numa tarde tens o link pronto.
Três dados resolvem quase tudo. A hora a que o cortejo sai, o ponto onde se recolhem os doces e o que acontece às abóboras esculpidas. Se estes três estiverem escritos e visíveis, o resto é decoração. E a decoração, essa, decide-se numa noite, com uma lanterna na mão.
Os três dados que vão no convite digital de Halloween
Não escrevas «à tarde». Escreve «saímos às 18h30 do coreto». Um pai com um filho de sete anos pela mão precisa de números e de um sítio. Se essa informação não estiver à vista na primeira página, ele vai perguntar-te por mensagem, e tu vais responder oito vezes à mesma coisa até às sete da tarde.
- Hora de saída do cortejo em números, com o ponto de encontro ao lado: «18h30, no coreto».
- O ponto de recolha dos doces com uma referência que uma criança encontre sozinha: a mesa do alpendre, a esquina do coreto, o banco de pedra.
- Se há concurso de abóboras, a hora da votação e o sítio onde se deixam as esculpidas. Sem isso, ficas com abóboras na escada até novembro.
- O plano B se chover: o alpendre, o salão ou a tenda, com a mesma hora, para ninguém ficar à espera numa praça vazia.
O mapa antes da abóbora: convites digitais de Halloween para uma festa de vizinhos
Antes de escolheres a fonte bonita, resolve o mapa. Nomeia o ponto de encontro com algo que se veja de longe: o chafariz, o candeeiro do meio, a porta que range da casa grande. Diz a hora de fim, não só a de início, porque as famílias com crianças pequenas decidem com esse dado na mão. E se a praça tem duas entradas, escreve as duas. Ninguém quer acabar na rua de trás à procura de um arco de balões que não existe.
Depois há o texto, o que se lê com o telemóvel numa mão e o saco dos doces na outra. Uma linha de rótulo, uma frase com humor — «traz abóbora esculpida e lanterna; o júri é severo» — e o código de vestimenta em três palavras: casaco, cachecol, botas. A praça à noite em outubro não perdoa. Diz também quem procurar à chegada: uma cara conhecida à porta baixa a temperatura do mistério e sobe a presença. E se a hora do cortejo mudar, editas o convite e o link continua o mesmo: ninguém tem de reenviar nada.

Se ainda tens de dizer a hora e o sítio de memória, o convite não está pronto.
Quanto custa um convite digital de Halloween para a praça
Custa 29,99 €, pagamento único e sem subscrição. É uma página web do teu evento, com link e QR, que os convidados abrem no navegador do telemóvel sem instalar nada. As confirmações chegam dentro da própria página, numa lista ordenada e com as perguntas que tu escreveres, em vez de andares a correr atrás de respostas no grupo dos vizinhos. Podes testar a capa de graça antes de pagar. Escolhe o design, põe lá os três dados e manda o link esta noite.



