Halloween
Convite digital para Halloween: passagem do terror
Um convite digital para a vossa passagem do terror de Halloween: um link para trinta universitários, hora editável e confirmações no mesmo sítio, por 29,99 €
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam duas semanas para o Halloween e o grupo da turma já não fala de outra coisa: quem leva as abóboras, a que horas abre a passagem do terror no corredor, se é preciso ir vestido de preto ou de lençol. Falta combinar a única coisa que ninguém quer fazer — o convite. Um convite digital resolve-se hoje: escolhes o design no catálogo, escreves os dados e envias o link no mesmo dia, sem gráfica e sem imagem com marca de água.
É essa a comparação que interessa a quem organiza uma festa de universitários: as folhas de Halloween gratuitas que se descarregam em dois cliques contra os convites digitais que se pagam uma única vez. Tempo, alterações à última hora e o aspecto no telemóvel — três sítios onde a escolha se decide.
Convite digital ou folha de Halloween grátis: onde se paga
A folha gratuita que salva a noite costuma trazer o logótipo do banco de imagens num canto. Num ecrã de seis polegadas, isso lê-se antes da hora da passagem do terror.
- A marca viaja: com trinta universitários, o logótipo não fica no teu portátil — aparece em cada captura de ecrã e em cada reenvio do grupo.
- Se a passagem do terror é assinada por uma associação ou por um curso, uma imagem com marca de água e sem confirmações parece um rascunho, não um convite.
- Cada mudança de texto desalinha o desenho e obriga a arrastar caixas outra vez. À terceira tentativa, o entusiasmo já foi.
- Exportar e voltar a enviar é o único botão que a imagem tem. Não há versão atualizada, só ficheiros novos no rolo da câmara.
Quanto custa e quanto tempo até a passagem do terror abrir
Com a folha gratuita: procurar, mudar a tipografia, lutar com as camadas, exportar e enviar. Com um convite digital a ordem é outra: escolhes um design, testas a capa de graça e publicas com um botão. O editor do navegador tem um campo por dado — rótulo, data, frase, lugar — e contador de caracteres, para a frase não sair cortada no telemóvel.
São 29,99 € por convite, pagamento único e sem subscrição. Um link serve os trinta. As confirmações chegam numa lista ordenada dentro da própria página, com as perguntas que configurares. Se a hora mudar depois de teres enviado, editas e o link continua o mesmo — ninguém fica com a versão velha. O tempo que não gastas a maquetar vai para o corredor: tecidos escuros, abóboras no portal e lanternas acesas às onze.
No telemóvel: imagem comprimida contra convite digital
A imagem exportada comprime-se ao passar pelo WhatsApp: a data em tipografia fina fica aos quadrados e o mapa do ponto de encontro deixa de se ler. Um convite digital é uma página web própria — abre em qualquer navegador, sem instalar aplicação, e aceita até seis fotos tuas que se encaixam sozinhas na moldura. As cenas encadeadas mantêm o ambiente: capa com abóbora, uma cena de entrada no corredor e outra com a hora e o ponto de encontro. E, se no grupo houver um Erasmus, o conteúdo configura-se em sete idiomas.

Uma imagem gratuita resolve o momento do envio; um convite digital resolve a noite toda — da hora que muda às confirmações.
Três verificações antes de a porta ranger
Antes de decidir, três verificações: abre o convite num telemóvel antigo e lê a data e o lugar sem zoom; imagina o ponto de encontro a mudar às nove da noite — se tiveres de reenviar a imagem a trinta pessoas, essa folha não serve; e conta quantos vão confirmar de verdade, porque a lista ordenada já vem incluída. Escolhe o design, testa a capa grátis e publica o teu convite digital: a passagem do terror abre às onze e o link pode estar no grupo antes de a porta ranger.



